Economia argentina entra em recessão técnica

PIB da Argentina caiu 0,7% no primeiro trimestre de 2016 em comparação com o último trimestre de 2015, o que significa que o país acumula três trimestres consecutivos com sua economia em recessão; segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina, ao mesmo tempo a economia argentina cresceu meio ponto entre janeiro e março deste ano, em comparação com o mesmo período de 2015

PIB da Argentina caiu 0,7% no primeiro trimestre de 2016 em comparação com o último trimestre de 2015, o que significa que o país acumula três trimestres consecutivos com sua economia em recessão; segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina, ao mesmo tempo a economia argentina cresceu meio ponto entre janeiro e março deste ano, em comparação com o mesmo período de 2015
PIB da Argentina caiu 0,7% no primeiro trimestre de 2016 em comparação com o último trimestre de 2015, o que significa que o país acumula três trimestres consecutivos com sua economia em recessão; segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina, ao mesmo tempo a economia argentina cresceu meio ponto entre janeiro e março deste ano, em comparação com o mesmo período de 2015 (Foto: Paulo Emílio)


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Sputnik - O PIB da Argentina caiu 0,7% no primeiro trimestre de 2016 em comparação com o último trimestre de 2015 (de outubro a dezembro), o que significa que o país acumula três trimestres consecutivos com sua economia em recessão, informou o Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina nesta quinta-feira (30).

"O PIB dessazonalizado do primeiro trimestre de 2016, em comparação com o quarto trimestre de 2015, caiu 0,7%", diz um relatório do instituto.

Ao mesmo tempo a economia argentina cresceu meio ponto entre janeiro e março deste ano, em comparação com o mesmo período de 2015.

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"A estimativa provisória do PIB para o primeiro trimestre de 2016 mostra aumento de 0,5% em comparação com o mesmo período do ano passado", observa o instituro.

O PIB da Argentina foi estimado em 674 bilhões de pesos (cerca de R$ 157 bilhões) para o último trimestre.

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Os setores que registraram maior declínio da atividade econômica foram a construção, com queda de 5,19% e a agricultura com queda de 5,06%.

Outras atividades que também sofreram queda na produção foram a indústria extrativista, com queda de 3,29%, e a indústria transformadora, que caiu 1,62%.

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As áreas que registraram aumento da atividade econômica, no primeiro trimestre de 2016 em comparação com o mesmo período do ano passado, foram transportes e comunicações (4,17%) e intermediação financeira e setor bancário (1,25%).

No comércio exterior as exportações aumentaram 13,08%, entre janeiro e março, enquanto as importações também subiram 12,22%. O consumo privado aumentou 1,08% e o público 2,68%.

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Em 10 de dezembro de 2015, o governo de Mauricio Macri suspendeu a prática de divulgação de estatísticas pelo Indec, cuja credibilidade foi questionada durante o governo anterior.

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