Diretor e 3 cartunistas morreram em ataque a jornal

O jornalista, cartunista e diretor do semanário Charlie Hebdo, Stephane Charbonnier, conhecido como Charb, e três cartunistas do jornal estão entre os 12 mortos do ataque promovido hoje à sede da publicação em Paris; os homens armados com um fuzil kalashnikov e um lança-foguetes também deixaram 20 feridos, quatro em muito graves

O jornalista, cartunista e diretor do semanário Charlie Hebdo, Stephane Charbonnier, conhecido como Charb, e três cartunistas do jornal estão entre os 12 mortos do ataque promovido hoje à sede da publicação em Paris; os homens armados com um fuzil kalashnikov e um lança-foguetes também deixaram 20 feridos, quatro em muito graves
O jornalista, cartunista e diretor do semanário Charlie Hebdo, Stephane Charbonnier, conhecido como Charb, e três cartunistas do jornal estão entre os 12 mortos do ataque promovido hoje à sede da publicação em Paris; os homens armados com um fuzil kalashnikov e um lança-foguetes também deixaram 20 feridos, quatro em muito graves (Foto: Gisele Federicce)


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Agência Lusa

O jornalista, cartunista e diretor do semanário Charlie Hebdo, Stephane Charbonnier, conhecido como Charb, e três cartunistas do jornal estão entre os 12 mortos do ataque promovido hoje (7) à sede da publicação em Paris.

O advogado do jornal confirmou à rádio France Info os nomes dos quatro profissionais da redação como estando entre os 12 mortos do ataque: Charb, Cabu, Wolinski e Tignous.

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Os homens armados com um fuzil kalashnikov e um lança-foguetes, que atacaram a sede do Charlie Hebdo, no centro de Paris. Além de matarem 12 pessoas, segundo o último boletim divulgado, os homens deixaram 20 feridos, quatro em muito graves.

Segundo a televisão pública France Télévision, os profissionais da redação do Charlie Hebdo estavam reunidos quando ocorreu o ataque. O jornal tornou-se conhecido em 2006 quando decidiu republicar charges do profeta Maomé, inicialmente publicados no diário dinamarquês Jyllands-Posten, o que provocou forte polêmica em vários países muçulmanos.

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Em 2011, a sede do semanário foi destruída num incêndio de origem criminosa depois da publicação de um número especial sobre a vitória do partido islâmico Ennahda na Tunísia, no qual o profeta Maomé era o "redator principal".

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