Diplomata russo alerta: EUA preparam guerra

A Rússia está pronta para se defender a si mesma e seus interesses, ao contrário dos EUA, que estão preparando uma guerra, afirmou Andrei Belousov, vice-chefe do Departamento de Questões de não Proliferação e Controle de Armamentos do Ministério das Relações Exteriores da Rússia

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Da Agência Sputinik – A Rússia está pronta para se defender a si mesma e seus interesses, ao contrário dos EUA, que estão preparando uma guerra, afirmou Andrei Belousov, vice-chefe do Departamento de Questões de não Proliferação e Controle de Armamentos do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

O diplomata falava na reunião do Primeiro Comitê da Assembleia Geral da ONU, que está estudando as questões do desarmamento e os assuntos da segurança internacional.

"Aqui recentemente, na reunião [do comitê], os EUA vieram afirmar que a Rússia está se preparando para uma guerra. Sim, a Rússia está se preparando para uma guerra, eu confirmo. Sim, estamos nos preparando para defender a nossa Pátria, a nossa integridade territorial, nossos princípios, nosso povo. Estamos nos preparando para tal guerra", assinalou Belousov.

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"Mas temos várias diferenças em relação aos EUA. Em termos linguísticos, essa diferença constitui somente uma palavra, na língua russa e inglesa: a Federação da Rússia está se preparando para uma guerra, e os EUA estão preparando uma guerra", assinalou Belousov, depois de o comitê ter votado contra o projeto russo de resolução sobre o Tratado INF.

"Se não, por que é que os EUA precisam sair do tratado, incrementar seu potencial nuclear, adotar uma nova doutrina nuclear, que diminui o nível de utilização das armas nucelares? É uma questão para todos nós", ressaltou o diplomata.
O Tratado INF, assinado por Washington e Moscou em 1987, não tem data de expiração e proíbe as partes de ter mísseis balísticos terrestres ou mísseis de cruzeiro com um alcance entre 500 e 5.500 quilômetros.

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Em 20 de outubro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que seu país abandonaria o Tratado INF, alegando supostas violações do acordo pela Rússia.

Mais tarde, o presidente estadunidense acrescentou que os EUA aumentarão suas capacidades nucleares até que os outros países, como a Rússia e a China, "retomem a razão".

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