Diplomata chinês fala sobre as relações sino-americanas

A política da China em relação aos Estados Unidos permanece inalterada: respeito mútuo, coexistência pacífica e cooperação ganha-ganha

(Foto: Diário do Povo)


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Rádio Internacional da China - Jing Quan, ministro da embaixada da China nos Estados Unidos, expressou sua opinião sobre as relações China-EUA em uma recente entrevista.

Ele disse que a política da China em relação aos Estados Unidos permanece inalterada: o respeito mútuo, a coexistência pacífica e a cooperação ganha-ganha, enquanto a China também salvaguarda com determinação seus interesses fundamentais. Os EUA consideram a China “o maior desafio geopolítico” e exagera a “democracia versus autoritarismo”, o que é um grave mal-entendido das intenções estratégicas da China.

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Tanto a China quanto os Estados Unidos têm suas próprias realidades nacionais e problemas reais, acrescentou Jing Quan. Ambos os lados devem se esforçar para lidar bem com seus próprios assuntos. Com isso, podem fazer algumas sugestões construtivas para o outro lado, mas precisam ter cuidado para não interferir nos assuntos internos do outro ou até mesmo causar problemas. 

O diplomata chinês disse na entrevista que a concorrência não pode definir completamente o relacionamento China-EUA, mas o diálogo, a coordenação e a cooperação continuam sendo os principais componentes deste relacionamento. A China aprecia os vários compromissos feitos pelo lado norte-americano, mas o que é dito deve ser implementado. A China espera que esses compromissos realmente sejam refletidos na política e colocados em prática. 

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Para a China, a questão de Taiwan é uma importante questão de princípio e não há espaço para negociação ou concessão, acrescentou Jing Quan. Esta questão também é o ponto crucial que mais facilmente poderia levar a China e os Estados Unidos ao conflito, relacionando com a guerra ou a paz. Os EUA haviam afirmado, repetidamente, que aderiram à política de “Uma só China”, não apoiaram a “independência de Taiwan”, não defenderam “uma China, um Taiwan” ou “duas Chinas”, e não “usariam Taiwan para conter a China”. A China espera que isto não seja apenas da boca para fora. 

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