Diplomacia entra em foco em meio a planejamento de nova ofensiva militar na Ucrânia

Enquanto se realizam entendimentos diplomáticos separadamente entre EUA, França e China, a Ucrânia pede mais armas à Otan

Tanques russos na Ucrânia
Tanques russos na Ucrânia (Foto: Alexander Ermochenko/Reuters)


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247 - Um esforço diplomático para acabar com a guerra na Ucrânia voltou ao foco nesta quarta-feira (5), mesmo quando os Estados Unidos prometeram fornecer mais armas para ajudar a Ucrânia a se preparar para um contra-ataque e as forças russas realizaram ataques implacáveis na cidade de Bakhmut, informa a Reuters.

A Ucrânia pede insistentemente aos seus aliados da Otan que aumentem o apoio militar, inclusive com o treinamento de soldados em países membros da Otan. 

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O presidente francês, Emmanuel Macron, começa nesta quarta-feira uma visita à China, depois que ele e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, concordaram que deveriam tentar envolver o país asiátco em esforços diplomáticos relacionados com o conflito na Ucrânia. 

Por sua vez, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky foi para a Polônia, que acolheu mais de um milhão de refugiados ucranianos nos últimos 13 meses de guerra. A Polônia tem desempenhado papel importante em persuadir outras potências ocidentais a fornecer tanques de guerra e outras armas à Ucrânia.

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Os Estados Unidos anunciaram na terça-feira mais US$ 2,6 bilhões em assistência militar para o governo de Zelensky, incluindo três radares de vigilância aérea, foguetes antitanque e caminhões de combustível. Os EUA já forneceram mais de US$ 35 bilhões em ajuda militar à Ucrânia desde o início da operação militar russa. 

A embaixada russa nos Estados Unidos acusou o país de querer prolongar o conflito o máximo possível, disse a agência de notícias russa TASS.

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