Dilma deve ir a Portugal por privatizações

Viagem de Dilma ainda depende da confirmação oficial por parte dos dois países, mas especula-se que pode ocorrer em 10 de junho; empresários brasileiros têm se mostrado interessados na privatização de várias empresas públicas portuguesas, um dos temas que já figura nos preparativos das conversas bilaterais; o Brasil, que mantém uma tradicional relação econômica e política muito estreita com Portugal, não podia faltar nos contatos internacionais realizados pelo governo luso visando estas privatizações

Dilma deve ir a Portugal por privatizações
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Opera Mundi - Portugal e Brasil preparam uma viagem oficial da presidente Dilma Rousseff a Lisboa, prevista para junho, segundo fontes diplomáticas, na qual tratará das privatizações portuguesas pendentes. A viagem de Dilma, que já visitou Portugal após assumir o cargo no início de 2011, depende da confirmação oficial por parte dos dois países, que previram a chegada dela em 10 de junho.

Fontes diplomáticas confirmaram à Agência Efe o interesse mostrado por empresários brasileiros na privatização de várias empresas públicas portuguesas, um dos temas que já figura nos preparativos das conversas bilaterais. O Brasil, que mantém uma tradicional relação econômica e política muito estreita com Portugal, não podia faltar nos contatos internacionais realizados pelo governo luso visando estas privatizações, segundo as mesmas fontes.

Embora já tenha sido privatizada a maioria dos ativos empresariais em mãos do Estado, o Executivo português, conservador, ainda tem pendente a venda de suas participações na companhia aérea TAP, Correios de Portugal e na companhia pública de provisão de água, entre outras.

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O programa de privatizações faz parte do plano de austeridade estipulado com a União Europeia e o FMI (Fundo Monetário Internacional) em troca do resgate financeiro de 78 bilhões de euros que foi concecido a Lisboa há dois anos. Portugal já se desprendeu de seus ativos nas empresas de eletricidade EDP e REN, assim como na gerenciadora de aeroportos ANA, o que supôs um depósito compulsório de perto de 4,5 bilhões de euros.

Em todas as negociações houve presença de empresas brasileiras, embora não tenham conseguido ganhar as adjudicações. Cortes e as reformas aplicadas desde não reativaram a economia portuguesa que, segundo as previsões oficiais, fechará 2013, pelo terceiro ano consecutivo, com uma queda do PIB de pelo menos 2,3% e um desemprego próximo aos 18%.

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