Dilma demonstrou a Morales repúdio à fuga de Molina

Segundo ministro das Relações Exteriores Luiz Alberto Figueiredo,  o episódio “não irá alterar” as relações entre o Brasil e a Bolívia; chanceler destacou ainda que "o pedido de extradição do senador não foi feito pela Bolívia"; Dilma participou da VII Cúpula da União de Nações Sul-Americanas; ela avaliou como positivas as reuniões com os presidentes do Paraguai, Horácio Cartes; da Venezuela, Nicolás Maduro; da Bolívia, Evo Morales; do Peru, Ollanta Humala; e do Equador, Rafael Correa

Segundo ministro das Relações Exteriores Luiz Alberto Figueiredo,  o episódio “não irá alterar” as relações entre o Brasil e a Bolívia; chanceler destacou ainda que "o pedido de extradição do senador não foi feito pela Bolívia"; Dilma participou da VII Cúpula da União de Nações Sul-Americanas; ela avaliou como positivas as reuniões com os presidentes do Paraguai, Horácio Cartes; da Venezuela, Nicolás Maduro; da Bolívia, Evo Morales; do Peru, Ollanta Humala; e do Equador, Rafael Correa
Segundo ministro das Relações Exteriores Luiz Alberto Figueiredo,  o episódio “não irá alterar” as relações entre o Brasil e a Bolívia; chanceler destacou ainda que "o pedido de extradição do senador não foi feito pela Bolívia"; Dilma participou da VII Cúpula da União de Nações Sul-Americanas; ela avaliou como positivas as reuniões com os presidentes do Paraguai, Horácio Cartes; da Venezuela, Nicolás Maduro; da Bolívia, Evo Morales; do Peru, Ollanta Humala; e do Equador, Rafael Correa (Foto: Valter Lima)


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247 - A presidente Dilma Rousseff (PT) demonstrou ao presidente Evo Morales seu repúdio ao episódio da retirada do senador Roger Molina da Bolívia. A informação é do ministro das Relações Exteriores Luiz Alberto Figueiredo. Segundo Figueiredo, o episódio “não irá alterar” as relações entre o Brasil e a Bolívia. O chanceler destacou ainda que "o pedido de extradição do senador não foi feito pela Bolívia". "É uma hipótese que, se ocorrer, será julgada pelo STF", frisou.

Em Paramaribo, no Suriname, em entrevista durante a VII Cúpula da União de Nações Sul-Americanas, a presidente Dilma Rousseff afirmou que a Unasul possui uma grande capacidade de cooperação e de resolução de conflitos. Dilma também avaliou como positivas as reuniões com os presidentes do Paraguai, Horácio Cartes; da Venezuela, Nicolás Maduro; da Bolívia, Evo Morales; do Peru, Ollanta Humala; e do Equador, Rafael Correa.

“São 12 países, esses 12 países são diferentes, então, você tem de ter uma articulação para permitir que os 12 se sintam confortáveis dentro da Unasul. E você resolve os conflitos. Eu acho que tem de ter uma abertura, reconhecer onde tem conflitos, tratar de encaminhar os conflitos, resolvê-los. Nós temos tido essa prática. Acho que o que caracteriza a Unasul é justamente uma grande capacidade de cooperação, tanto nesse aspecto, esse importante momento, que é a volta do Paraguai à Unasul, também todas as relações que são construídas entre cada um dos países integrantes”, disse a presidenta.

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Confira a reportagem da Agência Brasil

Episódio Pinto Molina não vai alterar relações entre Brasil e Bolívia, diz ministro do Itamaraty

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Heloisa Cristaldo
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, disse hoje (30) que a presidenta Dilma Rousseff “demonstrou ao presidente Evo Morales seu repúdio ao episódio de retirada do senador Roger Pinto Molina da Bolívia”. Dilma e Morales se reuniram por uma hora antes da 7ª Cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), em Paramaribo, no Suriname. As informações foram divulgadas pelo Twitter da Presidência da República.

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Segundo Figueiredo, o episódio “não irá alterar” as relações entre o Brasil e a Bolívia. O chanceler destacou ainda que "o pedido de extradição do senador não foi feito pela Bolívia". "É uma hipótese que, se ocorrer, será julgada pelo STF [Supremo Tribunal Federal]", frisou.

Após 15 meses abrigado na Embaixada do Brasil em La Paz, o senador Pinto Molina deixou o país com a ajuda do diplomata Eduardo Saboia, que assumiu a responsabilidade pela operação de retirada do parlamentar da Bolívia. Molina, que liderou a oposição ao governo de Evo Morales, pediu asilo político ao Brasil, alegando perseguição política. O salvo-conduto era negado pelas autoridades bolivianas sob alegação de o parlamentar responder a processos judiciais no país.

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Luiz Alberto Figueiredo também falou sobre o conflito na Síria e a posição do governo brasileiro em relação às denúncias de uso de armas químicas. O ministro destacou que o “uso da força na Síria precisa da anuência da Organização das Nações Unidas [ONU]” e que “qualquer decisão sobre a Síria fora da Carta da ONU é ilegal”.

De acordo com a Presidência da República, Dilma Rousseff promoveu reunião entre os presidentes da Venezuela Nicolás Maduro e do Paraguai, Horacio Cartes. O Paraguai ficou suspenso por 14 meses do Mercosul e da Unasul porque os líderes dos dois blocos regionais discordaram da forma como Fernando Lugo foi afastado da Presidência do Paraguai, em 2012.

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Ainda no Suriname, a presidenta participou de uma reunião bilateral com o presidente do Peru, Ollanta Humala.

 

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