Dilma ainda pode ir ao encontro de Washington

A decisão da presidente Dilma Rousseff sobre a visita aos Estados Unidos, agendada para outubro, só será tomada após encontro com o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo; informação foi divulgada pelo Blog do Planalto, que citou o porta-voz da presidência da República, Thomas Traumann, como fonte

U.S. President Barack Obama meets with Brazil President Dilma Rousseff in the Oval Office of the White House in Washington April 9, 2012. 

REUTERS/Kevin Lamarque  (UNITED STATES - Tags: POLITICS)
U.S. President Barack Obama meets with Brazil President Dilma Rousseff in the Oval Office of the White House in Washington April 9, 2012. REUTERS/Kevin Lamarque (UNITED STATES - Tags: POLITICS) (Foto: Leonardo Attuch)


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Mariana Branco*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A decisão da presidenta Dilma Rousseff sobre a visita aos Estados Unidos, agendada para outubro, só será tomada após encontro com o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo. A informação foi divulgada pelo Blog do Planalto, que citou o porta-voz da presidência da República, Thomas Traumann, como fonte. Segundo a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, o encontro entre Figueiredo e Dilma está previsto para esta semana.

Figueiredo viajou para os EUA na terça-feira (10) e cumpriu agenda em Washington e Nova York até sexta-feira (13). Em Washington, ele esteve com a conselheira de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Susan Rice. Após a reunião, o chanceler disse que as conversas sobre o caso de espionagem continuam.

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Após o encontro com Figueiredo, o governo norte-americano divulgou uma nota à imprensa sobre o que foi conversado . "A conselheira de Segurança Nacional [Susan Rice] transmitiu ao ministro Figueiredo que os Estados Unidos compreendem que as recentes revelações à imprensa, das quais algumas têm distorcido as nossas atividades e outras têm gerado questões legítimas pelos nossos amigos e aliados, criam tensões na muito estreita relação com o Brasil", diz o texto. De acordo com a nota, os Estados Unidos se comprometeram a trabalhar em parceria com o Brasil para resolver o assunto.

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