Desmatamento mundial cai mais de 50% em 25 anos

A taxa de desmatamentos no mundo caiu mais de 50% nos últimos 25 anos, diz o estudo Global Forest Resources Assessment 2015 (Avaliação de Recursos Florestais Globais 2015, em tradução livre), da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO); segundo o relatório, a taxa anual de perda florestal era de 0,18% no início dos anos 90 e nos últimos cinco anos essa taxa diminuiu para 0,08%; “Ao longo dos últimos 25 anos as florestas do mundo têm mudado das mais diversas e dinâmicas formas. Países têm um maior conhecimento dos seus recursos florestais e, como resultado, temos um quadro melhor da mudança das florestas globais”, diz um trecho do estudo

A taxa de desmatamentos no mundo caiu mais de 50% nos últimos 25 anos, diz o estudo Global Forest Resources Assessment 2015 (Avaliação de Recursos Florestais Globais 2015, em tradução livre), da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO); segundo o relatório, a taxa anual de perda florestal era de 0,18% no início dos anos 90 e nos últimos cinco anos essa taxa diminuiu para 0,08%; “Ao longo dos últimos 25 anos as florestas do mundo têm mudado das mais diversas e dinâmicas formas. Países têm um maior conhecimento dos seus recursos florestais e, como resultado, temos um quadro melhor da mudança das florestas globais”, diz um trecho do estudo
A taxa de desmatamentos no mundo caiu mais de 50% nos últimos 25 anos, diz o estudo Global Forest Resources Assessment 2015 (Avaliação de Recursos Florestais Globais 2015, em tradução livre), da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO); segundo o relatório, a taxa anual de perda florestal era de 0,18% no início dos anos 90 e nos últimos cinco anos essa taxa diminuiu para 0,08%; “Ao longo dos últimos 25 anos as florestas do mundo têm mudado das mais diversas e dinâmicas formas. Países têm um maior conhecimento dos seus recursos florestais e, como resultado, temos um quadro melhor da mudança das florestas globais”, diz um trecho do estudo (Foto: Valter Lima)


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Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

A taxa de desmatamentos no mundo caiu mais de 50% nos últimos 25 anos, diz o estudo Global Forest Resources Assessment 2015 (Avaliação de Recursos Florestais Globais 2015, em tradução livre), da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Segundo o relatório, a taxa anual de perda florestal era de 0,18% no início dos anos 90 e nos últimos cinco anos essa taxa diminuiu para 0,08%.

“Ao longo dos últimos 25 anos as florestas do mundo têm mudado das mais diversas e dinâmicas formas. Países têm um maior conhecimento dos seus recursos florestais e, como resultado, temos um quadro melhor da mudança das florestas globais”, diz um trecho do estudo.

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Contudo, ainda são observadas perdas florestais em níveis altos. De acordo com o relatório cerca de 129 milhões de hectares de floresta – uma área quase equivalente em tamanho à África do Sul – se perdeu desde 1990, apesar da desaceleração no desmatamento.

O documento foi apresentado na abertura 14ª edição do Congresso Florestal Mundial, que ocorre em Durban, na África do Sul, de hoje (7) a sexta-feira (11). Durante o lançamento do relatório, o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, destacou a importância da preservação das áreas florestais.

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“Florestas têm um papel fundamental no combate à pobreza rural, garantindo segurança alimentar e proporcionando meios de subsistência. E prestam serviços ambientais vitais, como ar e água limpos, conservação da biodiversidade e combatendo as mudanças climáticas”, disse.

O diretor-geral da FAO, no entanto, acrescentou que será necessário um trabalho maior na preservação das florestas. “A mudança de direção é positiva, mas precisamos fazer mais. Não teremos sucesso em reduzir o impacto das mudanças climáticas e promover desenvolvimento sustentável se nós não preservarmos nossas florestas e usarmos sustentavelmente os muitos recursos que elas nos oferecem”.

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O relatório mostra ainda que África e América do Sul tiveram as maiores perdas anuais de florestas entre 2010 e 2015, com uma taxa de desmatamento de 2,8%, equivalente a dois milhões de hectares. Mas o relatório também apontou que a taxa de perda tem “caído substancialmente” em relação a anos anteriores a esse período.

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