Deputada progressista lança pré-candidatura presidencial nos Estados Unidos

A deputada Tulsi Gabbard, uma veterana da Guerra do Iraque lançará neste sábado (2) sua pré-candidatura às eleições presidenciais de 2020 nos Estados Unidos; o lançamento será no Havaí, onde atua como deputada desde 2013. Ela foi a primeira hindu eleita para o Congresso estadunidense

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247, com Reuters - A deputada Tulsi Gabbard, uma veterana da Guerra do Iraque lançará neste sábado (2) sua pré-candidatura às eleições presidenciais de 2020 nos Estados Unidos. O lançamento será no Havaí, onde atua como deputada desde 2013. Ela foi a primeira hindu eleita para o Congresso estadunidense.

Gabbard ganhou as manchetes em 2016 ao deixar um posto de liderança no Comitê Nacional Democrata para apoiar a candidatura de Bernie Sanders, em disputa com Hilary Clinton.

Ela continua popular entre os progressistas, mas terá uma dura competição com candidatos como os senadores Kamala Harris e Elizabeth Warren.

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Gabbard serviu no Iraque e no Kuwait em uma unidade médica de campo da Guarda Nacional do Havaí, o que, segundo ela, a ajudou a formar suas visões contrárias a uma política externa intervencionista. Ela tem se oposto constantemente à intervenção dos EUA na Síria, ao ponto de ter se encontrado secretamente com o presidente da Síria, Bashar al-Assad, em janeiro de 2017, provocando críticas ferozes de alguns membros de seu próprio partido. Ela se opõe à estratégia de derrubar Assad do poder.

Naquele ano, ela expressou ceticismo sobre a conclusão do governo Trump de que o regime de Assad estava por trás de um ataque com armas químicas que matou dezenas de pessoas na Síria. O ex-candidato democrata à presidência dos EUA, Howard Dean, chamou a opinião de Gabbard de "uma vergonha" e disse que ela não era apropriada para o Congresso.

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Em novembro passado, ela criticou Trump por não tomar uma posição mais dura em relação à Arábia Saudita após o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.

Ela também criticou o governo por apoiar a Arábia Saudita em seu conflito com o Iêmen.

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Em 2015, ela se separou de muitos democratas ao criticar o então presidente Barack Obama por se recusar a usar o termo "extremismo islâmico" para descrever membros do Estado Islâmico e outros grupos.

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