Democratas querem fazer com que EUA sejam como a Venezuela, diz Trump

Durante um comício no estado de Virgínia Ocidental, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou os democratas e os acusou de querer fazer com que os EUA tornem-se um país como o que preside Nicolás Maduro: "[Querem] nos tornar a Venezuela"; ele ainda qualificou a legenda da oposição de "partido do crime"

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Por Agência Brasil - O presidente de Estados Unidos, Donald Trump, disse que o Partido Democrata quer fazer com que seu país seja como a Venezuela e qualificou a legenda de "partido do crime". Durante um comício no estado de Virgínia Ocidental, Trump atacou os democratas e os acusou de querer fazer com que os EUA tornem-se um país como o que preside Nicolás Maduro: "[Querem] nos tornar a Venezuela."

Diante de uma multidão que vestia as clássicas camisetas de Make America Great Again (Tornar os EUA grandes de novo), Trump tachou o partido da oposição de "partido do crime" e afirmou que os democratas "ficaram 'loucos'".

O presidente criticou os democratas por tentarem impedir a candidatura de seu indicado para o Tribunal Supremo, Brett Kavanaugh, acusado por três mulheres de abusos sexuais, alegações agora investigadas pelo Escritório Federal de Investigação (FBI).

Trump pediu o voto de seus correligionários para rejeitar as "implacáveis táticas" supostamente usadas pelos democratas contra o juiz Kavanaugh."O que vimos é este horrível, horrível e radical grupo de democratas. Vocês não veem o que está acontecendo agora", lamentou Trump, em referência à audiência na qual uma das supostas vítimas de Kavanaugh testemunhou em público para narrar fatos supostamente ocorridos em 1982.

Antes, Trump tinha se pronunciado sobre as pesquisas do FBI."Têm via livre, podem fazer o que tiverem que fazer, façam o que for preciso", afirmou o presidente, que na sexta-feira (28) ordenou ao FBI que continuasse com as averiguações, apesar de dias atrás ter enfatizado que não acreditava que devesse investigar o caso.

Durante o comício, Trump também se referiu, como de costume, à relação dos EUA com os demais países, especialmente Coreia do Norte. O presidente americano chegou a brincar com o fato de ele e Kim Jong-un, líder norte-coreano, "terem se apaixonado" e reiterou que, antes de chegar à Casa Branca, "teria havido uma guerra" quando seu antecessor, Barack Obama, governou o país (2009-2017).

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