Delcy Rodríguez denuncia o silêncio internacional diante da repressão na Argentina
“E Mercosil, OEA, os Estados Unidos, a União Europeia terão algo a dizer contra a violação mais grave dos direitos humanos ordenados por @mauriciomacri? Eu não escuto”, escreveu no Twitter a presidente da Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela (ANC), Delcy Rodríguez; manifestantes argentinos são contra a reforma da previdência proposta pelo governo Mauricio Macri e enfrentaram duras repressões, que deixaram centenas de feridos e 60 presos, inclusive trabalhadores de imprensa
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247 - A presidente da Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela (ANC), Delcy Rodríguez, denunciou na terça-feira (19) o silêncio de organismos internacionais, tais como o Mercado Comum do Sul (Mercosul), da Organização dos Estados Americanos (OEA), dos Estados Unidos e da União União Europeia, sobre do governo argentino, Mauricio Macri, ao povo do país. Manifestantes são contra a reforma da previdência e enfrentaram duras repressões, que deixaram centenas de feridos e 60 presos, inclusive trabalhadores de imprensa.
“E MERCOSUL, OEA, os Estados Unidos, a União Europeia terão algo a dizer contra a violação mais grave dos direitos humanos ordenados por @mauriciomacri? Eu não escuto”, escreveu ela no Twitter.
Por 128 votos a 116, a Câmara dos Deputados do Congresso argentino aprovou a reforma na segunda-feira (18) na Câmara dos Deputados do Congresso argentino. A proposta aumenta a idade de aposentadoria para 70 anos para as pessoas que trabalham no setor privado. O projeto também muda a fórmula para aumentar as pensões, que seria atualizado trimestralmente conforme a inflação com perda significativa para os pensionistas. Por exemplo, pelo atual sistema o aumento seria de 12% em março, e com a reforma de Macri será de apenas 5,6%. Com esta decisão, o governo Mauricio Macri corta cerca de cem bilhões de pesos para as pensões de viúvas e aposentados.
Na segunda-feira (18), o vice-presidente de Assuntos Internacionais do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), Adán Chávez, condenou as ações das forças policiais do governo de Maurício Macri contra os manifestantes. “O povo dessa nação irmã levanta sua voz, como prova de seu compromisso de continuar a gesta iniciada pelos nossos pais libertadores, e em defesa das conquistas sociais que tanto nos custou e que foram tornadas possível pelos processos de transformação política e social de Nossa América “, disse Chávez pelo PSUV em um comunicado de imprensa.
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