Dayan não será embaixador no Brasil, diz parlamentar israelense

O presidente do comitê de Relações Exteriores e Defesa do Parlamento (Knesset) de Israel, Tzachi Hanegbi, disse neste domingo 7 que o país não deve perder tempo esperando que Brasília aceite a indicação de Dani Dayan para o cargo de embaixador e que, em vez disso, deve atribuir a ele um posto diplomático "em uma capital não menos importante"

O presidente do comitê de Relações Exteriores e Defesa do Parlamento (Knesset) de Israel, Tzachi Hanegbi, disse neste domingo 7 que o país não deve perder tempo esperando que Brasília aceite a indicação de Dani Dayan para o cargo de embaixador e que, em vez disso, deve atribuir a ele um posto diplomático "em uma capital não menos importante"
O presidente do comitê de Relações Exteriores e Defesa do Parlamento (Knesset) de Israel, Tzachi Hanegbi, disse neste domingo 7 que o país não deve perder tempo esperando que Brasília aceite a indicação de Dani Dayan para o cargo de embaixador e que, em vez disso, deve atribuir a ele um posto diplomático "em uma capital não menos importante" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Após uma polêmica, Dani Dayan provavelmente não será mais o nome indicado por Israel para ocupar a chancelaria do país no Brasil. O governo brasileiro não havia concordado com Dayan porque ele liderou ocupações na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, política da qual o Brasil é contrário, e porque o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu fez o anúncio pelo Twitter, antes mesmo de informar o Itamaraty.

Neste domingo 7, segundo reportagem da Folhapress com base em notícias da imprensa israelense, o presidente do comitê de Relações Exteriores e Defesa do Parlamento (Knesset) de Israel, Tzachi Hanegbi, disse que o país não deve perder tempo esperando que Brasília aceite a indicação de Dani Dayan para o cargo de embaixador e que, em vez disso, deve atribuir a ele um posto diplomático "em uma capital não menos importante".

O motivo, segundo ele, é o fato de o Brasil ter recusado a princípio aprovar a indicação. Oficialmente, no entanto, o governo brasileiro ainda não deu resposta e tem meses para fazer isso. A indicação de Dani Dayan gerou um manifesto de embaixadores aposentados do Brasil contrários à aceitação de seu nome.

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Em janeiro, Netanyahu criticou a posição do Brasil, que segundo ele teria "rotulado" Dayan, e sustentou que o candidato era muito qualificado. O assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, avalia que Israel deu um "passo em falso" com a indicação.

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