Damares vai a Genebra para se reunir com coalizão internacional antiaborto
Assinada por 34 países, entre eles o Brasil, há um ano, a chamada Declaração de Genebra tinha como objetivo criar um pacto internacional contra avanços dos direitos reprodutivos e sexuais das mulheres, entre eles o aborto
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247 - Assinada por 34 países, entre eles o Brasil, há um ano, a chamada Declaração de Genebra tinha como objetivo criar um pacto internacional contra avanços dos direitos reprodutivos e sexuais das mulheres, entre eles o aborto. Com os Estados Unidos de Donald Trump na liderança, reunia ainda governos do Oriente Médio e ditatoriais, acusados de restringir direitos femininos. A reportagem é do portal UOL.
Com a saída dos EUA do pacto após a eleição de Joe Biden, o Brasil tomou a dianteira do grupo. Na quinta-feira (4), essas nações se encontrarão novamente em Genebra para celebrar um ano da declaração, e a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, participará da reunião cumprindo agenda oficial.
Segundo o ministério, os signatários do documento "se posicionaram contra a adoção de legislações internacionais pró-aborto", indo contra outros preceitos internacionais, inclusive da ONU (Organização das Nações Unidas).
Ainda de acordo com a pasta, foi selado um compromisso "na promoção da saúde da mulher e no fortalecimento da família, bem como na defesa de que a questão do aborto seja tratada exclusivamente por leis nacionais".
Em relação ao primeiro item, porém, não há registros de novos programas ou projetos. Em outubro, quando Jair Bolsonaro (sem partido) vetou a distribuição de absorventes nas escolas públicas e para mulheres de baixa renda, Damares foi a favor do veto.
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