Da Argentina, Evo Morales começa a dirigir campanha eleitoral de seu partido

Enquanto na Bolívia a autoproclamada presidente Jeanine Áñez o ameaça com um mandado de prisão, o ex-presidente Evo Morales, vítima de um golpe de Estado, começa a dirigir a campanha eleitoral de seu partido, o Movimento ao Socialismo (MAS)

Evo Morales
Evo Morales (Foto: REUTER)


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Prensa Latina - Evo Morales se encontra na Argentina desde a última quinta-feira, onde espera que as autoridades argentinas lhe concedam o status de refugiado, extensivo a quatro ex-funcionários de seu governo deposto. 

Como apontou, ele está na Argentina para continuar lutando pelos mais humildes.   

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Morales informou que já teve um primeiro encontro em Buenos Aires com alguns líderes de movimentos sociais e prefeitos do MAS. 

Ele foi escolhido para organizar a campanha de seu partido para as eleições do próximo ano.  

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O ex-presidente boliviano lembrou que um mês após o massacre em Sacaba (capital da província de Chapare), ainda não há processo judicial contra os mandantes e executores.  

Enquanto isso, pessoas humildes, líderes sociais e políticos que lutam pela democracia, são perseguidos e presos pelo governo golpista.   

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Por outro lado, ele acusou a presidente golpista Jeanine Áñez. "Como nas ditaduras, ela ordena e anuncia um mandado de prisão contra mim por terrorismo e sedição".   Morales diz que os que cometeram sedição, terrorismo e genocídio "foram ela, Camacho e Mesa".

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