Cúpula do Brics na África do Sul amplia fronteiras
Integrado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o Brics, desde a cúpula da China, no ano passado, vem ampliando as suas fronteiras, tendência que se confirma agora na cúpula de Joanesburgo inciada na última quarta-feira (25) e que se encerra nesta sexta (27)
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247, com Sputnik - Durante a reunião do Brics realizada em Joanesburgo, África do Sul, de 25 a 27 de julho, o governo sul-africano reiterou que considera a presidência do bloco como uma oportunidade de "abrir portas" para a África como continente.
Cumpriu a promessa, convidando líderes de outros nove países africanos: Angola, Etiópia, Senegal, Zâmbia, Namíbia, Gabão, Togo, Uganda e Ruanda. Esses paises vão aderir ao diálogo para debater as demais perspetivas para seu crescimento com o apoio dos BRICS.
No ano passado, na cúpula de Xiamen, a China, que exercia a presidência do bloco, lançou a iniciativa do Brics Mais. A África do Sul decidiu manter esse projeto e escolheu cinco países de outras regiões - Argentina, Indonésia, Egito, Jamaica e Turquia - para também participarem do fórum.
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, chegou a Joanesburgo na quarta-feira para se engajar na iniciativa e em conversa a portas fechadas com o presidente russo Vladimir Putin reiterou a solidariedade entre ambos.
Putin reconheceu que as relações russo-turcas estão vivendo um período de ascensão, o que "é completamente evidente" no campo de resolução de crises regionais, particularmente a Síria.
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