Cuba faz apelo ao mundo para frear a agressividade dos EUA
O governo cubano chamou a comunidade internacional e os estadunidenses a deter a escalada de agressividade da Casa Branca, que aposta na intensificação do bloqueio econômico contra o país caribenho. Diante das novas medidas de bloqueio econômico, o presidente Miguel Díaz-Canel respondeu que Cuba não se renderá nem aceitará leis para reger seu destino
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Prensa Latina - O governo cubano chamou a comunidade internacional e os estadunidenses a deter a escalada de agressividade da Casa Branca, que aposta na intensificação do bloqueio econômico contra o país caribenho. Diante das novas medidas de bloqueio econômico, o presidente Miguel Díaz-Canel respondeu que Cuba não se renderá nem aceitará leis para reger seu destino.
"Quem manda em Cuba são os cubanos. Cuba confia em suas forças e em nossa dignidade", disse.
Uma declaração oficial do governo emitida na quarta-feira (17) qualifica de irracional a política de hostilidade do governo de Donald Trump e recorda seu isolamento diante do cerco que impõe há quase seis décadas.
"Os Estados membros das Nações Unidas com toda razão ano após ano reclamam de maneira quase unânime o fim desta guerra econômica", diz a nota em resposta à novas medidas de Washington para sufocar Cuba.
Além de apelar ao mundo para que freie a agressividade da Casa Branca, o governo cubano pede em particular aos países da América Latina e do Caribe para que façam prevalecer, em benefício de todos, a paz na região.
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