Cuba e Venezuela repudiam golpe parlamentar brasileiro
Os governos de Cuba e da Venezuela emitiram nota contra o afastamento da presidente Dilma Rousseff; o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela, país presidido por Nicolas Maduro, afirmou que "rechaça categoricamente o golpe parlamentar em curso no Brasil, mediante farsas jurídicas das oligarquias e forças imperialistas, que querem o impeachment da presidente Dilma Rousseff, para substituir a soberania popular, colocando em risco a Constituição e a democracia"; já o governo de Raul Castro afirmou que já "havia denunciado, de maneira reiterada o golpe parlamentar-judicial, disfarçado de legalidade, que está em gestão há meses no Brasil"
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247 - Os governos de Cuba e da Venezuela emitiram nota contra o afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela, país presidido por Nicolas Maduro, afirmou que "rechaça categoricamente o golpe parlamentar em curso no Brasil, mediante farsas jurídicas das oligarquias e forças imperialistas, que querem o impeachment da presidente Dilma Rousseff, para substituir a soberania popular, colocando em risco a Constituição e a democracia". O texto diz que Dilma enfrenta uma ação de vingança dos atores políticos que perderam as eleições de 2014 e que são incapazes de chegar ao poder por outra via que não seja a força.
Já o governo de Raul Castro, de Cuba, afirmou que já "havia denunciado, de maneira reiterada o golpe parlamentar-judicial, disfarçado de legalidade, que está em gestão há meses no Brasil". "Hoje se consumou um passo fundamental para os objetivos golpistas", complementa o texto citando a votação do Senado.
"Se trata, na realidade, de um artifício armado por setores da oligarquia do país, apoiados pela grande imprensa reacionária e pelo imperialismo. com o propósito de reverter o projeto político do PT, derrubar um governo legítimo e usurpar o poder que não conseguiram alcançar com o voto", reforça.
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