Cuba denuncia nova campanha de calúnia nos Estados Unidos
O fracasso dos Estados Unidos na tentativa de dobrar o povo cubano por meio do bloqueio comercial, econômico e financeiro e as recentes medidas para privar o país de combustível, está na fraiz da nova campanha infamante da superpotência do Norte contra a Ilha
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247 - Há várias semanas, o governo dos Estados Unidos realiza uma nova campanha de calúnia e descrédito contra Cuba, como parte de sua política de crescente hostilidade contra o país.
Mas Cuba, que comemora com otimismo o 500º aniversário de fundação da sua capital, tem resistido e sabido contornar esses obstáculos.
Os Estados Unidos usam como pretexto a prisão do contrarrevolucionário José Daniel Ferrer, um agente a serviço de Washington, com uma longa história de ações provocativas contra a ordem pública e a legalidade em Cuba.
A Embaixada dos Estados Unidos em Cuba tem sido o veículo fundamental de orientação e financiamento do comportamento de José Daniel Ferrer, em clara manifestação de interferência nos assuntos internos de Cuba e de instigação aberta à violência, à perturbação da ordem e desprezo da aplicação da lei por esse cidadão.
O chefe da missão diplomática conduz pessoalmente esse desempenho, informa o jornal Granma, veículo de imprensa do Partido Comunista de Cuba. Os funcionários diplomáticos dos Estados Unidos em Cuba se dedicaram nos últimos meses a recrutar mercenários, promover divisão e confusão em Havana, identificar áreas da economia contra as quais dirigir medidas coercitivas e tentar difamar e desacreditar a administração do governo cubano e a revolução.
Como costuma ser a prática, a mentira na boca dos funcionários do governo dos EUA é um ingrediente fundamental da campanha, destaca o Granma.
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