Cristina diz que não irá "permitir provocações"

Presidente da Argentina classifica panelaços da população contra seu governo de "provocações de alguns que querem voltar ao regime linha dura que arruinou a Argentina"; ela ainda apela para que seus aliados reajam com "sabedoria"

Cristina diz que não irá "permitir provocações"
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Renata Giraldi, da Agência Brasil – Cinco dias depois de ser alvo de manifestações em Buenos Aires e nas principais cidades argentinas, a presidenta Cristina Kirchner apelou nesta segunda-feira 12 para que seus aliados reajam com "sabedoria, inteligência e tranquilidade". Ela classificou os protestos de provocações. "[São] provocações de alguns que querem voltar ao regime linha dura que arruinou a Argentina", disse, referindo-se ao período da ditadura.

"Nós não vamos fazer o jogo. Não vamos permitir provocações", acrescentou. O discurso da presidenta ocorreu durante a cerimônia de lançamento da primeira fase da Usina de Laminados Industriais S.A.

No último dia 8, argentinos saíram às ruas em Buenos Aires e nas principais cidades do país, como também na Espanha. Eles protestaram contra o governo Kirchner e criticaram as medidas adotadas.

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Ao mencionar indiretamente as manifestações, Cristina Kirchner ressaltou que aumentou na Argentina o número de trabalhadores formais, durante seu governo, e que a manutenção do trabalho é uma garantia a ser preservada. Ela destacou que o mundo está "cada vez mais complicado".

A presidenta lembrou que não se trata de um projeto político, mas de um país e de uma causa. "Eu sou parte de uma geração que foi histórica, mas também cometeu erros e equívocos. Nós temos aprendido a superar esses erros e equívocos", destacou.

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Em seu discurso, Cristina Kirchner pediu que a sociedade colabore para a "responsabilidade social" e o que chamou de "compromisso coletivo". Segundo ela, muitas pessoas na Argentina não compreendem os processos históricos e aceitam a manipulação daqueles que têm interesses diversos. "Os que confundem são também os que manipulam, mentem e escondem os verdadeiros interesses."

 

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