Crise ucraniana é pretexto para sanções contra China, diz Pequim

A imposição por alguns países de sanções unilaterais contra a China e outros países sob o pretexto da crise ucraniana só piora a situação

(220307) -- BEIJING, March 7, 2022 (Xinhua) -- Wang Yi, ministro das Relações Exteriores da China
(220307) -- BEIJING, March 7, 2022 (Xinhua) -- Wang Yi, ministro das Relações Exteriores da China (Foto: Chen Zhonghao)


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Sputnik - A imposição por alguns países de sanções unilaterais contra a China e outros países sob o pretexto da crise ucraniana só piora a situação, disse o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, nesta quinta-feira (7).

A declaração foi feita durante uma reunião com seu homólogo indiano, Subramanyam Jaishankar, à margem do encontro de ministros das Relações Exteriores do G20, em Bali, na Indonésia.

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Segundo o ministro chinês, as medidas prejudicam a interação natural entre os países, violam as regras geralmente aceitas do comércio internacional e "exacerbam ainda mais a crise ucraniana".

Wang Yi ressaltou que as nações devem, além de trabalhar em conjunto contra as sanções, se esforçar para criar um ambiente aberto, justo e não discriminatório em prol da cooperação internacional.

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Nesta quinta-feira (7), o jornal Global Times divulgou um artigo afirmando que o governo Biden está aplicando as mesmas estratégias usadas contra a Rússia para tentar limitar os avanços militares e tecnológicos da China.

Os EUA estão cada vez mais pressionando e expandindo suas restrições de exportação para a China, tal como fizeram com a Rússia, já que os ambos os países se tornaram fortes concorrentes dos norte-americanos e estariam ameaçando a "soberania" dos EUA.

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Segundo o jornal, recentemente, o chefe do Departamento de Comércio dos EUA declarou que o país precisa evitar que a China se desenvolva, principalmente na área tecnológica.

Conforme a mídia, os norte-americanos falaram abertamente que suas intenções são restringir as exportações de uma forma mais direcionada, ou seja, realizar um "ataque preciso" contra o gigante asiático.

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Desde o início da operação militar especial russa na Ucrânia, no dia 24 de fevereiro, os EUA e seus aliados iniciaram a aplicação de sanções contra Moscou. Entre as medidas estão restrições econômicas às reservas internacionais russas e a suas exportações de petróleo, gás, aço e ferro.

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