Corte de Haia rejeita reivindicação chinesa sobre Mar do Sul da China

Juízes de um tribunal arbitral em Haia rejeitaram nesta terça-feira as reivindicações chinesas de direitos econômicos sobre amplas partes do Mar do Sul da China, em decisão que será comemorada como uma vitória pelas Filipinas; região é rica em recursos minerais, energia e pesca, além de ser rota por onde passa cerca de 50% do comércio marítimo mundial; China informou que não irá acatar a decisão

Juízes de um tribunal arbitral em Haia rejeitaram nesta terça-feira as reivindicações chinesas de direitos econômicos sobre amplas partes do Mar do Sul da China, em decisão que será comemorada como uma vitória pelas Filipinas; região é rica em recursos minerais, energia e pesca, além de ser rota por onde passa cerca de 50% do comércio marítimo mundial; China informou que não irá acatar a decisão
Juízes de um tribunal arbitral em Haia rejeitaram nesta terça-feira as reivindicações chinesas de direitos econômicos sobre amplas partes do Mar do Sul da China, em decisão que será comemorada como uma vitória pelas Filipinas; região é rica em recursos minerais, energia e pesca, além de ser rota por onde passa cerca de 50% do comércio marítimo mundial; China informou que não irá acatar a decisão (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - Juízes de um tribunal arbitral em Haia rejeitaram nesta terça-feira as reivindicações chinesas de direitos econômicos sobre amplas partes do Mar do Sul da China, em decisão que será comemorada como uma vitória pelas Filipinas.

"Não há base legal para a China reivindicar direitos históricos para recursos dentro das áreas marítimas que ficam dentro da 'nine-dash line'", informou a corte, se referindo à linha de demarcação em um mapa de 1947 do mar, que é rico em recursos minerais, de energia e pesca.

Na decisão de 497 páginas, juízes também expressaram que patrulhas das forças da lei da China arriscaram colidir com barcos de pesca das Filipinas em partes do mar e causaram danos irreversíveis a recifes de corais com construções.

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A China, que boicotou o caso levado pelas Filipinas, informou que não irá acatar nenhuma decisão.

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