Corte anula decisão que acusava Maduro de abandono de cargo

Assembleia Nacional da Venezuela, composta em sua maioria por opositores, aprovou na segunda-feira (9) declaração de "abandono de cargo" por parte do presidente do país, Nicolás Maduro, e exigiu saída eleitoral para solucionar a crise política; no entanto, a Suprema Corte do País determinou que o Parlamento continua em atitude de desacato e suas decisões são nulas; nesta quinta-feira, o presidente criticou o Legislativo, dizendo que se trata de abuso de poder. Maduro ainda chamou o Parlamento de "instituição desprestigiada"

Presidente venezuelano Nicolás Maduro faz discurso em Caracas.  REUTERS/Carlos Garcia Rawlins
Presidente venezuelano Nicolás Maduro faz discurso em Caracas. REUTERS/Carlos Garcia Rawlins (Foto: José Barbacena)


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247 - A Assembleia Nacional da Venezuela, composta em sua maioria por opositores do atual governo, aprovou na segunda-feira (9) uma declaração de "abandono de cargo" por parte do presidente do país, Nicolás Maduro, e exigiu uma saída eleitoral para solucionar a crise política e fazer com que "o povo se expresse através do voto".

No entanto, a Suprema Corte do País determinou que o Parlamento continua em atitude de desacato e suas decisões são nulas. Nesta quinta-feira, o presidente criticou o Legislativo, dizendo que se trata de abuso de poder. Maduro ainda chamou o Parlamento de "instituição desprestigiada".

"A única forma de resolver os graves problemas que afligem o país é devolver o poder ao povo da Venezuela e, portanto, convocar a realização de eleições livres e plurais", dizia o texto, aprovado com o voto dos 106 parlamentares opositores.

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