Correspondentes estrangeiros dizem que Brasil foi do orgulho à pena
Jornalistas internacionais que cobrem o Brasil revelam como mudou a imagem do País; se antes, com Lula e Dilma, predominava uma percepção de orgulho, agora, com Michel Temer, o Brasil inspira piedade
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247 – Os jornalistas internacionais que cobrem o Brasil revelam como mudou a imagem do País.
Se antes, com Lula e Dilma, predominava uma percepção de orgulho, agora, com Michel Temer, o Brasil inspira piedade.
É o que aponta a coluna do jornalista Nelson de Sá, que cita artigo de Simon Romero, ex-correspondente do New York Times. "Diz que, ao chegar em 2011, 'pairava no país uma sensação de orgulho', mas que hoje ele está como a estrada que liga Cuiabá a Santarém, sem asfalto, com lama e veículos girando 'sobre seu eixo', sem sair do lugar", informa.
"Também o correspondente do Guardian se despediu do Brasil, em longo texto. Jonathan Watts lembra que, ao chegar em 2012, vindo da China, 'o Brasil parecia estar fazendo muitas coisas direito', como a redução da desigualdade e a queda no desmatamento da Amazônia. Mas agora 'é impossível não sentir pena do país. O Brasil entrou em marcha à ré em praticamente todas as frentes'".
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