Coronavírus: China vai facilitar retirada de brasileiros de Wuhan

O embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, disse nesta terça-feira (4) seu país respeitará a decisão do governo do Brasil de trazer de volta os brasileiros que se encontram em Wuhan. Ele ressaltou que a China tem feito “todos os esforços” para combater o coronavírus

O embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming
O embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)


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Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil - O embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, disse nesta terça-feira (4) que seu país facilitará a retirada dos brasileiros que estão em Wuhan, a região mais afetada pelo coronavírus. Ele se encontrou nesta terça-feira, em Brasília, com os ministros da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, e da Agricultura, Tereza Cristina.

Wanming informou que seu país respeitará a decisão do governo brasileiro de trazer de volta os brasileiros que se encontram na região, e que Brasil e China têm mantido canais de comunicação. Segundo o embaixador, "um mecanismo de troca de informações já foi estabelecido”.

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“Vamos prestar nosso apoio aos brasileiros que moram na China, facilitar, prestar as ajuda dos trâmites na cidade de Wuhan”, disse Wanming ao ressaltar que a China tem feito “todos os esforços” para combater o coronavírus.

O presidente Jair Bolsonaro encaminhou hoje (4), ao Congresso Nacional, o projeto de lei (PL) que define as medidas sanitárias para enfrentamento do coronavírus e as regras para a repatriação e quarentena no Brasil dos cidadãos brasileiros que estão na cidade de Wuhan

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Segundo o embaixador, o governo chinês se comprometeu a tomar medidas rigorosas para conter a propagação do coronavírus, tanto internamente como para outros países, “com base no espírito de responsabilidade”.

Agronegócio

O embaixador Wanming acrescentou que, no âmbito do agronegócio, as parcerias comerciais entre Brasil e China não serão prejudicadas por causa da doença.

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“Temos toda confiança de que as relações comerciais do agronegócio não serão prejudicadas, uma vez que o Brasil prometeu não impor qualquer restrição a nosso comércio. Espero que nossa relação de agronegócio esteja a cada dia mais consolidada. O governo chinês se dedica a manter essa relação de longo prazo e estável com o governo brasileiro. Os produtos agrícolas são bem-vindos. Não acredito que a relação sino-brasileira será prejudicada [pelo surto]”, completou.

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