Coreia do Sul vai prestar ajuda humanitária à Coreia do Norte
A Coreia do Sul aprovou a prestação de ajuda humanitária à Coreia do Norte no valor de oito milhões de dólares; de acordo com os dados da ONU, cerca de 72% da população da Coreia do Norte, estimada em 24,9 milhões de pessoas, sofre de escassez de alimentos e de desnutrição; nessa semana o representante do Ministério da Unificação, Baek Tae-hyun, explicou que a posição do governo sul-coreano é que a prestação de ajuda humanitária à Coreia do Norte deve ser efetuada independentemente da situação política e das sanções que foram introduzidas contra Pyongyang
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Da Sputnik Brasil
O governo sul-coreano aprovou a prestação de ajuda humanitária à Coreia do Norte no valor de oito milhões de dólares, se lê no comunicado oficial do Ministério da Unificação sul-coreano, divulgado nesta quarta-feira (21).
Dessa soma, 3,5 milhões serão enviados através do Fundo das Nações Unidas para a Infância e os outros 4,5 milhões via Programa Alimentar Mundial.
"Esperamos que essa ajuda permita melhorar a situação humanitária na Coreia do Norte entre as pessoas que passam necessidade, através da vacinação de crianças, tratamento de problemas de subnutrição infantil, melhoria da alimentação de mulheres grávidas", indica o comunicado de imprensa.
O ministério afirma que a ajuda será proporcionada não em dinheiro, mas em produtos e medicamentos sob controle e monitoramento das organizações mundiais.
De acordo com os dados da ONU, cerca de 72% da população da Coreia do Norte, estimada em 24,9 milhões de pessoas, sofre de escassez de alimentos e de desnutrição. Este número inclui cerca de 1,3 milhões de pessoas, entre quais estão crianças e mulheres grávidas, que precisam de ajuda urgente.
Nessa semana o representante do Ministério da Unificação, Baek Tae-hyun, explicou que a posição do governo sul-coreano é que a prestação de ajuda humanitária à Coreia do Norte deve ser efetuada independentemente da situação política e das sanções que foram introduzidas contra Pyongyang.
As sanções contra a Coreia do Norte, aprovadas pelo Conselho de Segurança da ONU em 11 de setembro, foram uma resposta à recusa do país de abandonar o seu programa nuclear e de mísseis. Pyongyang justifica estes programas por causa do confronto agudo com os EUA.
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