Coreia do Sul responde a ataque da Coreia do Norte

Os sul-coreanos detectaram a trajetória de um míssil disparado a partir do território norte-coreano, do lado ocidental da fronteira que divide a península coreana, disse um porta-voz à agência de notícias francesa AFP; "Em resposta, o nosso Exército disparou dezenas de granadas de 155mm em direção ao local de onde as tropas norte-coreanas lançaram o míssil", disse comunicado do ministério

Os sul-coreanos detectaram a trajetória de um míssil disparado a partir do território norte-coreano, do lado ocidental da fronteira que divide a península coreana, disse um porta-voz à agência de notícias francesa AFP; "Em resposta, o nosso Exército disparou dezenas de granadas de 155mm em direção ao local de onde as tropas norte-coreanas lançaram o míssil", disse comunicado do ministério
Os sul-coreanos detectaram a trajetória de um míssil disparado a partir do território norte-coreano, do lado ocidental da fronteira que divide a península coreana, disse um porta-voz à agência de notícias francesa AFP; "Em resposta, o nosso Exército disparou dezenas de granadas de 155mm em direção ao local de onde as tropas norte-coreanas lançaram o míssil", disse comunicado do ministério (Foto: Roberta Namour)


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Da Agência Lusa

A Coreia do Sul disparou hoje (20) dezenas de granadas contra a Coreia do Norte, em resposta a um possível ataque por parte de Pyonyang, anunciou o Ministério da Defesa sul-coreano.

Pouco antes das 16h (4h em Brasília), os sul-coreanos detectaram a trajetória de um míssil disparado a partir do território norte-coreano, do lado ocidental da fronteira que divide a península coreana, disse um porta-voz à agência de notícias francesa AFP.

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"Em resposta, o nosso Exército disparou dezenas de granadas de 155mm em direção ao local de onde as tropas norte-coreanas lançaram o míssil", disse comunicado do ministério. "Reforçamos o nosso nível de alerta e vigiamos atentamente os movimentos do Exército norte-coreano", acrescentou o texto.

Até ao momento, não se sabe ainda qual a unidade sul-coreana foi alvo do ataque ou mesmo se soldados sul-coreanos foram atingidos. Um representante das autoridades locais do município de Yeoncheon, 60 quilômetros a norte de Seul, disse que os habitantes de várias aldeias fronteiriças receberam ordens para se protegerem em abrigos antiaéreos.

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Os dois países atravessam novamente um momento de tensão, depois de, no início do mês, dois soldados sul-coreanos terem ficado gravemente feridos na explosão de minas colocadas na área sul da fronteira coreana.

Após uma investigação, Seul concluiu que as minas foram colocadas por militares norte-coreanos, infiltrados em território sul-coreano, mas Pyongyang negou qualquer implicação no caso.

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Na segunda-feira (17), 50 mil soldados sul-coreanos e três mil norte-americanos iniciaram manobras militares, que simulam um ataque da Coreia do Norte.

Pyongyang classificou o exercício, que vai ocorrer até 28 de agosto, uma "declaração de guerra".

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Norte e Sul continuam tecnicamente em guerra, uma vez que a Guerra da Coreia terminou com a assinatura de um armistício que nunca foi substituído por um tratado de paz entre os dois vizinhos.

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