Coreia do Norte diz que sanções dos EUA jamais funcionarão

Coreia do Norte assegurou que as sanções impostas esta semana pelos Estados Unidos por causa do seu último teste com um míssil intercontinental "não funcionarão" e só servem para "justificar ainda mais" o desenvolvimento de armas nucleares pelo regime do presidente Kim Jong-un; "A campanha de sanções dos Estados Unidos poderá funcionar em outros países, mas jamais na República Popular Democrática da Coreia (RPDC, o nome oficial da Coreia do Norte)", assegurou um porta-voz

Donald Trum e Kim Jong-un, da Coreia do Norte
Donald Trum e Kim Jong-un, da Coreia do Norte (Foto: Paulo Emílio)


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Agência Brasil - A Coreia do Norte assegurou hoje (4)) que as sanções impostas esta semana pelos Estados Unidos por causa do seu último teste com um míssil intercontinental "não funcionarão" e só servem para "justificar ainda mais" o desenvolvimento de armas nucleares pelo regime do presidente Kim Jong-un.

"A campanha de sanções dos Estados Unidos poderá funcionar em outros países, mas jamais na República Popular Democrática da Coreia (RPDC, o nome oficial da Coreia do Norte)", assegurou um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores norte-coreano em declarações veiculadas pela agência estatal de notícias do país KCNA.

Os Estados Unidos, "com suas ameaças de guerra e de sanções extremas, só aumentam a vigilância e resistência e justificam ainda mais o desenvolvimento de armas nucleares" por parte da Coreia do Norte, afirmou o funcionário da chancelaria.

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No último dia 2, o presidente Donald Trump ratificou um pacote com novas sanções que permitem punir com maior facilidade entidades e indivíduos que comercializem petróleo e seus derivados, carvão e metais de terras raras com a Coreia do Norte e, inclusive, quem utiliza mão de obra norte-coreana no exterior.

A Coréia do Norte rejeitou e condenou "energicamente" a nova normativa - que pune também o Irã e a Rússia - e afirmou que a conduta de Washington é "criminosa" ao tentar aplicar "sua lei federal às relações internacionais, o que constitui um desafio direto à Carta das Nações Unidas e ao Direito Internacional".

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Os EUA adotaram as novas sanções depois que a Coreia do Norte lançou em 28 de julho seu segundo míssil intercontinental, como parte de testes para aprimorar sua tecnologia balística e conseguir alcançar o território americano.

O lançamento foi "uma séria advertência aos EUA, que estão ficando temerários e frenéticos", disse a chancelaria norte-coreana, que considera que os países que respeitam o regime de sanções, "ao invés de criticá-lo", são os que alimentam a tensão na Península Coreana.

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"Os Estados Unidos fariam bem em debater formas de garantir a segurança de seu território, ao invés de perderem energia em sua inútil iniciativa de sanções", concluiu o porta-voz norte-coreano.

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