Coreia do Norte adverte para 'consequências' se ONU confiar na 'abordagem de bandidagem' dos EUA

Pyongyang também acredita que o Conselho de Segurança da ONU aplica dois pesos e duas medidas em relação às atividades militares entre os Estados-membros da ONU

Líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, discursa durante sessão da Assembleia Popular Suprema em Pyongyang. 30/09/2021
Líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, discursa durante sessão da Assembleia Popular Suprema em Pyongyang. 30/09/2021 (Foto: KCNA via REUTERS)


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Agência Sputnik - Pyongyang advertiu o Conselho de Segurança das Nações Unidas para "consequências" se a entidade continuar a confiar na "abordagem de bandidagem" dos EUA, avança mídia estatal do país.

O Conselho de Segurança realizou em 1º de outubro uma reunião a portas fechadas na sequência de pedidos dos EUA e de outros países relativamente aos recentes lançamentos de mísseis norte-coreanos.

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Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA, na sigla em inglês) cita Jo Chol-su, diretor do Departamento de Organizações Internacionais do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, que descreveu a reunião como "ignorância aberta e invasão arbitrária" sobre a soberania do país e uma "provocação".

Pyongyang também acredita que o Conselho de Segurança da ONU aplica dois pesos e duas medidas em relação às atividades militares entre os Estados-membros da ONU.

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Em 1º de outubro, a Coreia do Norte anunciou que havia testado um míssil antiaéreo recém-desenvolvido. Na sequência destas informações, alto funcionários da Defesa dos EUA, Japão e Coreia do Sul realizaram uma conversa telefônica para discutir o assunto.

Anteriormente, Kim Song, o embaixador da Coreia do Norte na ONU, disse na 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York que seu país está autorizado a se defender e testar armas para combater qualquer agressão externa, acrescentando que Pyongyang não busca causar danos aos seus vizinhos e aos EUA. Ele observou ainda que o país está pronto para um diálogo se os EUA desistirem de suas políticas "hostis" e cessarem os exercícios militares na península Coreana.

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