Convite de Eduardo Bolsonaro para que Trump visite o Brasil é uma afronta direta a Biden, diz Lejeune Mirhan

Segundo o analista internacional, o gesto, feito por Eduardo a mando de Bolsonaro, só mostra que o chefe do governo brasileiro “é incurável, incontrolável, é um fascista que nós devemos chamar pelo nome certo: nazista, antissemita”. Assista na TV 247

Lejeune Mirhan, Eduardo Bolsonaro e Donald Trump
Lejeune Mirhan, Eduardo Bolsonaro e Donald Trump (Foto: Reprodução)


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247 - Sociólogo e analista internacional, Lejeune Mirhan comentou na TV 247 o encontro entre o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho de Jair Bolsonaro, e o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, que incitou uma invasão ao Capitólio no início de 2021 por não aceitar o resultado da eleição presidencial norte-americana.

Mirhan afirmou que a visita de Eduardo não foi pensada por ele, e sim por seu pai, que isola ainda mais o Brasil internacionalmente com o gesto. “Não pense que ele [Eduardo] fez da cabeça dele. Ele foi para os Estados Unidos a mando do pai para fazer essa foto. Lembremos que o Eduardo Bolsonaro é chefe de uma espécie de ‘internacional fascista’ no mundo, de direita, fundada aqui em Foz do Iguaçu, no Brasil. Ele foi nomeado por aquele Steve Bannon como chefe”.

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O alinhamento de Bolsonaro a Trump, “execrado no mundo todo”, segundo Mirhan, mostra que Bolsonaro “é incurável, incontrolável, é um fascista que nós devemos chamar pelo nome certo: ele é nazista, antissemita. Parte da comunidade judaica que o apoiou tem que ajoelhar no milho porque ele é antijudeu, é antissemita”.

O encontro entre Eduardo e Trump ainda prejudicará, de acordo com o analista, a relação entre o governo brasileiro e os Estados Unidos, “Este recado que foi ao mundo é que eles vão morrer abraçados com o fascismo. Ele chama o Trump para o Brasil. Isto é de uma afronta ao [presidente dos Estados Unidos] Joe Biden de muita magnitude. Evidente que em política internacional não tem sentimento, isso é interesse, jogo, classes sociais, estratégia geopolítica mundial. É isso que está em jogo”.

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