Conversa entre Dilma e Obama foi tensa no G20

Segundo relatos, o presidente dos Estados Unidos se disse surpreso com os episódios de espionagem a Dilma Rousseff, informa a coluna Painel, da Folha de S.Paulo; a presidente afirmou a Barack Obama que o Brasil não é suspeito de terrorismo e reclamou que a conversa entre o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o vice-presidente americano, Joe Biden, não gerou resultados; programa Fantástico deste domingo promete novas revelações com base nos documentos de Edward Snowden

U.S. President Barack Obama (R) sits next to Brazilian President Dilma Rousseff (C) during the start of the G20 Working Session at the Konstantin Palace in St. Petersburg, September 5, 2013. Seen at far left is South Korean President Park Geun-hye.  REUTE
U.S. President Barack Obama (R) sits next to Brazilian President Dilma Rousseff (C) during the start of the G20 Working Session at the Konstantin Palace in St. Petersburg, September 5, 2013. Seen at far left is South Korean President Park Geun-hye. REUTE (Foto: Gisele Federicce)


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247 - A conversa entre Dilma Rousseff e Barack Obama às margens do G20, que tratou das denúncia de espionagens de agências norte-americanas a presidente brasileira, na última quinta-feira, aconteceu em clima de tensão. 

O governo brasileiro já havia cobrado o americano de esclarecimentos e, durante a reunião, Dilma reclamou a Obama que nada aconteceu depois de uma conversa entre o ministro José Eduardo Cardozo e o vice Joe Biden.

Foi quando Obama prometeu, então, que ele próprio cuidaria de dar uma resposta ao caso. À imprensa, após a reunião da cúpula, ele disse que leva "muito a sério" as denúncias e que entende a preocupação de Dilma e do presidente do México, Enrique Peña Nieto.

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Os bastidores da conversa foram publicados pela coluna de Vera Magalhães neste sábado:

Glasnost

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Foi tensa a conversa de Dilma Rousseff com Barack Obama, anteontem, na Rússia. Segundo relatos, o norte-americano se disse surpreso com os episódios de espionagem da agência NSA no Brasil. A petista disse que o Brasil não é suspeito de terrorismo e reclamou da falta de resultados do encontro de José Eduardo Cardozo (Justiça) com o vice-presidente dos EUA, Joe Biden. Foi aí que Obama disse que iria "tomar conta direta e pessoalmente" de uma resposta mais efetiva ao Brasil.

O canal A presidente indicou o ministro Luiz Figueiredo, recém-indicado para o Itamaraty, para ser o contato com o governo norte-americano no caso da espionagem.

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Vem aí Dilma soube pelo Twitter que o jornalista Glenn Greenwald fará novas revelações de espionagem contra seu governo na edição de amanhã do "Fantástico".

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