Conflito na Síria já matou mais de 140 mil

O total de mortos agora é de 140.041, segundo o Observatório Sírio para Direitos Humanos, que tem sede na Grã-Bretanha mas possui uma rede de ativistas por toda a Síria. Entre os mortos estão 7.626 crianças e 5.064 mulheres

Damaged buildings line a street in the besieged area of Homs January 27, 2014. The United States on Monday demanded that Syria allow aid into the "starving" city of Homs, as talks aimed at ending three years of civil war hit more trouble over the future o
Damaged buildings line a street in the besieged area of Homs January 27, 2014. The United States on Monday demanded that Syria allow aid into the "starving" city of Homs, as talks aimed at ending three years of civil war hit more trouble over the future o (Foto: Leonardo Attuch)


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BEIRUTE, 15 Fev (Reuters) - Mais de 140 mil pessoas, sendo mais de 7 mil crianças, foram mortas na guerra civil síria, disse o Observatório Sírio para Direitos Humanos no sábado.

O Observatório, que é pró-oposição, disse que o período desde que as conversações de paz Genebra 2 começaram no mês passado tem sido o mais sangrento nos quase três anos de conflito.

O total de mortos agora é de 140.041, segundo o Observatório, que tem sede na Grã-Bretanha mas possui uma rede de ativistas por toda a Síria. Entre os mortos estão 7.626 crianças e 5.064 mulheres.

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A revolta contra o presidente Bashar al-Assad começou como protestos de rua pacíficos mas se tornou numa insurreição armada depois de uma feroz reação das forças de segurança do regime. Desde então ela se transformou em uma guerra civil com dimensões sectárias.

Os números do Observatório não puderam ser checados de forma independente pela Reuters. A Organização das Nações Unidas disse no mês passado que iria parar de atualizar o número de mortos na Síria porque as perigosas condições no país tornam impossível estimativas precisas.

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O Observatório disse que todos os casos incluídos em sua contagem eram documentados com nomes e documentos de identificação, ou fotografias e vídeos. Disse ainda que o destino de dezenas de milhares de pessoas permanecia desconhecido.

(Reportagem de Erika Solomon)

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