Comitê de Macron barra jornalistas da Sputnik

Comitê de campanha do candidato Emmanuel Macron novamente barrou jornalistas da rede de televisão russa RT e da Sputnik França; profissionais da imprensa tiveram seu trabalho impedido pela primeira vez durante a cobertura do resultado do primeiro turno das eleições, no dia 23 de abril; apesar de ter entrado em contato com o comitê para conseguir o credenciamento, os jornalistas foram vetados e deixados sem explicação

Comitê de campanha do candidato Emmanuel Macron novamente barrou jornalistas da rede de televisão russa RT e da Sputnik França; profissionais da imprensa tiveram seu trabalho impedido pela primeira vez durante a cobertura do resultado do primeiro turno das eleições, no dia 23 de abril; apesar de ter entrado em contato com o comitê para conseguir o credenciamento, os jornalistas foram vetados e deixados sem explicação
Comitê de campanha do candidato Emmanuel Macron novamente barrou jornalistas da rede de televisão russa RT e da Sputnik França; profissionais da imprensa tiveram seu trabalho impedido pela primeira vez durante a cobertura do resultado do primeiro turno das eleições, no dia 23 de abril; apesar de ter entrado em contato com o comitê para conseguir o credenciamento, os jornalistas foram vetados e deixados sem explicação (Foto: Aquiles Lins)


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Agência Sputnik Brasil - O comitê de campanha do candidato Emmanuel Macron novamente barrou jornalistas da rede de televisão russa RT e da Sputnik França. Os profissionais da imprensa tiveram seu trabalho impedido pela primeira vez durante a cobertura do resultado do primeiro turno das eleições, no dia 23 de abril.

Apesar de ter entrado em contato com o comitê para conseguir o credenciamento, os jornalistas foram vetados e deixados sem explicação. Quando procurado, o secretário de imprensa de Macron afirmou estar muito ocupado para conversar com repórteres.

Richard Ferrand, chefe de campanha do presidenciável, já acusou o RT de disseminar fake news para supostamente afetar a vida democrática da França.

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A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, condenou a atitude.

"Levando em consideração que eles não criaram nenhum obstáculo para outros veículos de mídia estrangeiros, avaliamos essas medidas como uma proposital e flagrante discriminação dos meios de comunicação russos por um candidato de um país que historicamente foi guardião da liberdade de expressão."

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A editora-chefe da Sputnik e do RT, Margarita Simonyan, também criticou a decisão.

"Então é assim que a liberdade de expressão acaba de uma maneira deselegante no país que é quase tão orgulhoso de suas liberdades quanto como de seus queijos camembert e brie."

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Macron foi o primeiro colocado do primeiro turno das eleições francesas, com uma votação de 24,01% contra 21,3% de Marine Le Pen — contra quem irá disputar o segundo turno no dia 7 de maio.

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