Comércio eletrônico levará mais produtos brasileiros à China
Cerca de 500 empresas brasileiras devem entrar na China por meio de plataformas de comércio eletrônico, disse Márcia Nejaim, diretora de Negócios da Apex-Brasil, em uma cerimônia de assinatura de contratos realizada durante a primeira Exposição Internacional de Importação da China (CIIE, em inglês), realizada de 5 a 10 de novembro, em Xangai
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247, Por Wang Lu e Luiz Tasso Neto, em Diário do Povo - Cerca de 500 empresas brasileiras devem entrar na China por meio de plataformas de comércio eletrônico, disse Márcia Nejaim, diretora de Negócios da Apex-Brasil, em uma cerimônia de assinatura de contratos realizada durante a primeira Exposição Internacional de Importação da China (CIIE, em inglês), realizada de 5 a 10 de novembro, em Xangai.
A Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) assinou dois acordos, com alibaba.com e Tmall, para promover a entrada de empresas brasileiras no mercado chinês.
Essas companhias receberão treinamento técnico sobre posicionamento estratégico e terão redução nas taxas de manutenção do comércio eletrônico.
Nejaim destacou que o comércio eletrônico não é o futuro, mas sim uma realidade. "Quando a gente olha para o mercado internacional, a China é o maior mercado de comércio eletrônico do mundo."
Também salientou que a Apex se esforça para fornecer mais informações e suporte para ajudar as empresas brasileiras a entender melhor as necessidades dos consumidores chineses, a fim de desenvolver produtos mais inovadores e de alta qualidade.
Martin Wang, representante do alibaba.com, revelou que o número de empresas que pretendem participar do acordo atingiu 2.000, incluindo áreas como alimentos e produtos agrícolas.
Já o representante do Tmall, Alvin Liu, revelou que seis marcas brasileiras já entraram no Pavilhão Institucional do Brasil dentro da plataforma e que os consumidores chineses podem comprar produtos brasileiros diretamente.
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