Com um assassinato a cada 8 dias, Brasil ocupa segundo lugar em ranking da ONU sobre morte de ativistas
Relatório do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos aponta que o Brasil registrou 74 pessoas foram assassinadas entre 2015 e 2019, uma média de um ativista brasileiro morto a cada oito dias
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247 - Um documento elaborado pelo Alto Comissariado da Organizações das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos aponta que o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de assassinatos de líderes comunitários, ativistas, ambientalistas e defensores de direitos humanos. Segundo reportagem do jornalista Jamil Chade, no UOL, 174 pessoas foram assassinadas entre 2015 e 2019, uma média de um ativista brasileiro morto a cada oito dias .
Segundo o relatório, que será apresentado em fevereiro, o Brasil registrou 10% dos homicídios de ativistas de todo o mudo durante o período analisado. O país fica atrás somente da Colômbia, que registrou 397 mortes.
Ainda conforme Chade, o levantamento ressalta que 1.323 foram assassinados em todo o mundo entre os anos de 2015 e 2019. Este número inclui 166 mulheres e 22 jovens defensores dos direitos humanos, além de 45 lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e defensores intersexuais.
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