Com mais peso global, Brasil se oferece como mediador na Síria

Ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota disse que o País está disposto a contribuir com a Rússia e os EUA em busca de uma solução negociada para o fim da crise no país árabe, há dois anos em guerra; "O Brasil, há muito tempo, apoia uma solução negociada para a questão da Síria", disse o chanceler; após eleição do diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, o Brasil se mostra com mais peso nas negociações mundiais

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Luciene Cruz e Renata Giraldi
Repórteres da Agência Brasil

Brasília - O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse nesta quinta-feira (9) que o Brasil está disposto a colaborar com a Rússia e os Estados Unidos em busca de uma solução negociada para o fim da crise na Síria.

"Estaremos sim, dispostos a contribuir e a dar nosso apoio para esses esforços [de acabar com a crise na Síria]", destacou. "O Brasil, há muito tempo, apoia uma solução negociada para a questão da Síria. Manifestamos apoio ao comunicado conjunto do grupo de ação de Genebra, do ano passado, que de forma consensual falava da não militarização do conflito e privilegiava a diplomacia", acrescentou.

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Integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU) e Liga Árabe elogiaram a iniciativa da Rússia e dos Estados Unidos. O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e o ministro das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, marcaram uma reunião para os próximos dias para tentar um acordo para a região.

Nesta quarta-feira (8), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, embaixador Tovar da Silva Nunes, informou que o Brasil recebia com satisfação a notícia das negociações entre russos e norte-americanos para uma solução ao conflito. Há dois anos em guerra, a Síria é alvo de preocupação internacional devido às mais de 70 mil mortes e denúncias de violações de direitos humanos.

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Edição: Talita Cavalcante

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