Com Lula livre, eleições de 2022 podem ser "Sanders contra Trump", diz analista
"Para aqueles que se opõem de todas as maneiras a Bolsonaro é uma boa notícia, porque temos um candidato forte, popular que pode derrotá-lo", afirmou ao The Guardian o analista político e ex-porta-voz da presidência de Dilma, Thomas Traumman
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247 com RFI - A decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou destaque na imprensa francesa na noite desta segunda-feira (8). Para o jornal Le Monde, a decisão cai "como uma bomba no país."
O jornal The Guardian repercutiu a notícia entrevistando Thomas Traumman, analista político e ex-porta-voz da presidência de Dilma, que considera que as eleições "começam hoje". Para ele, o duelo Lula x Bolsonaro será como "Sanders contra Trump.”
O problema, diz, é a rejeição de alguns eleitores em relação aos dois candidatos. A situação, analisa, pode ficar tão polarizada, por conta do curto espaço de tempo até as próximas eleições, que não haverá espaço para consolidar um terceiro candidato na disputa. "Mas para aqueles que se opõem de todas as maneiras a Bolsonaro é uma boa notícia, porque temos um candidato forte, popular que pode derrotá-lo", observa.
Lula foi presidente do Brasil entre 2003 e 2011 antes de ser condenado em 2018 por corrupção e solto no fim de 2019.
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