Com impasse sobre Venezuela, Macri vem ao Brasil

Posse do presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, está marcada apenas para o dia 10, mas a reunião com Dilma Rousseff nesta sexta-feira inaugura nova política externa do opositor de Cristina Kirchner; a presidente do Brasil já se posicionou contra a intenção de Macri de pedir a suspensão da Venezuela do Mercosul, anunciada logo após sua vitória nas urnas

Posse do presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, está marcada apenas para o dia 10, mas a reunião com Dilma Rousseff nesta sexta-feira inaugura nova política externa do opositor de Cristina Kirchner; a presidente do Brasil já se posicionou contra a intenção de Macri de pedir a suspensão da Venezuela do Mercosul, anunciada logo após sua vitória nas urnas
Posse do presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, está marcada apenas para o dia 10, mas a reunião com Dilma Rousseff nesta sexta-feira inaugura nova política externa do opositor de Cristina Kirchner; a presidente do Brasil já se posicionou contra a intenção de Macri de pedir a suspensão da Venezuela do Mercosul, anunciada logo após sua vitória nas urnas (Foto: Roberta Namour)


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247 - O presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, vem ao Brasil na próxima sexta-feira para uma audiência com a presidente Dilma Rousseff. Sua posse está marcada apenas para o dia 10, mas a reunião com Dilma inaugura nova política externa do opositor de Cristina Kirchner.

A presidente do Brasil já se posicionou contra a intenção de Macri de pedir a suspensão da Venezuela do Mercosul, anunciada logo após sua vitória nas urnas.

Dilma disse que não vai usar a chamada cláusula democrática para pedir a suspensão da Venezuela. Segundo ele, para se fazer uso deste recurso é preciso, antes, haver um “fato determinado”, que não tenha por justificativa apenas bases hipotéticas.

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“A cláusula democrática é integrante do Mercosul, mas para usá-la não pode ser com hipóteses. Tem de qualificar o fato. Sempre o Mercosul contou com ela. Foi ela que permitiu que o Mercosul não concordasse com a saída do presidente [Fernando] Lugo, do Paraguai. Precisa de fato determinado. Não é genérica”, disse, em entrevista coletiva a jornalistas, após participar da conferência do clima, em Paris.

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