Colômbia terá nesta semana mais manifestações contra políticas do governo de direita
Após quatro dias consecutivos de protestos, a Central Unitária de Trabalhadores (CUT) da Colômbia fez um apelo para que as mobilizações contra as políticas governamentais, pela vida e pela paz continuem
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247 - Após a bem-sucedida greve nacional de 21 de novembro, o governo de Iván Duque não resolveu nenhum dos problemas levantados durante as mobilizações e a Polícia Nacional continua a fazer uso excessivo da força contra manifestantes e a população em geral, destacou a CUT.
Não menos grave é a tntativa de semear o pânico entre os cidadãos com ações de vândalos de origem duvidosa. Uma das reivindicações das forças progressistas colombianas é que a Procuradoria Geral da República e outros órgãos de controle investiguem para saber quais eram as diretrizes do governo nacional e das forças armadas nesses eventos, ressalta a CUT.
Segundo a Central sindical, "os organizadores da greve nacional foram consistentes durante todo o protesto para desqualificar a violência, isolar e denunciar aqueles que cometem atos de vandalismo; o que nos dá maior autoridade para desqualificar o tratamento repressivo e intimidador que o governo do presidente Duque deu a esse protesto maciço e pacífico".
A força da greve de 21 de novembro e as razões invocadas para sua realização permitiram que muitos setores da população continuassem se manifestando através dos panelaços e outras formas criativas e pacíficas de protestar, enfatizou.
Está convocada para esta segunda-feira uma passeata em toda a Colômbia no âmbito do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, informa a Prensa Latina .
Também está sendo planejado m grande panelaço nacional em escolas e faculdades públicas, convocadas pela Federação Colombiana de Trabalhadores da Educação.
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