Coalizão liderada pelos EUA reconhece ter matado 396 civis na Síria e no Iraque

A coalizão internacional na luta contra o terrorismo, liderada pelos EUA, reconheceu ter matado 396 civis em ataques aéreos realizados entre 2014 e 2017; "Segundo os dados do período entre agosto de 2014 e fevereiro de 2017, a coalizão realizou 18,6 mil ataques aéreos. Neste período o número geral de possíveis mortes de civis é de 396 pessoas", diz o comunicado do Comando Central da coalizão; a coalizão reconheceu 15 alegações credíveis sobre as mortes de civis durante os ataques aéreos na cidade iraquiana de Mossul

A coalizão internacional na luta contra o terrorismo, liderada pelos EUA, reconheceu ter matado 396 civis em ataques aéreos realizados entre 2014 e 2017; "Segundo os dados do período entre agosto de 2014 e fevereiro de 2017, a coalizão realizou 18,6 mil ataques aéreos. Neste período o número geral de possíveis mortes de civis é de 396 pessoas", diz o comunicado do Comando Central da coalizão; a coalizão reconheceu 15 alegações credíveis sobre as mortes de civis durante os ataques aéreos na cidade iraquiana de Mossul
A coalizão internacional na luta contra o terrorismo, liderada pelos EUA, reconheceu ter matado 396 civis em ataques aéreos realizados entre 2014 e 2017; "Segundo os dados do período entre agosto de 2014 e fevereiro de 2017, a coalizão realizou 18,6 mil ataques aéreos. Neste período o número geral de possíveis mortes de civis é de 396 pessoas", diz o comunicado do Comando Central da coalizão; a coalizão reconheceu 15 alegações credíveis sobre as mortes de civis durante os ataques aéreos na cidade iraquiana de Mossul (Foto: Romulo Faro)


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Sputnik - A coalizão internacional na luta contra o terrorismo, liderada pelos EUA, reconheceu ter matado 396 civis em ataques aéreos realizados entre 2014 e 2017.

"Segundo os dados do período entre agosto de 2014 e fevereiro de 2017, a coalizão realizou 18,6 mil ataques aéreos. Neste período o número geral de possíveis mortes de civis é de 396 pessoas", diz o comunicado do Comando Central da coalizão.

A coalizão reconheceu 15 alegações credíveis sobre as mortes de civis durante os ataques aéreos na cidade iraquiana de Mossul.

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"Em Mossul, desde o início da operação de libertação da cidade em 17 de outubro de 2016 até a libertação da parte oriental de Mossul em 18 de fevereiro de 2017, foram 37 informações sobre possíveis mortes de civis, das quais 15 foram credíveis", acrescenta o comunicado.

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