Cientistas detectam luz vinda de fonte de onda gravitacional pela 1ª vez

Cientistas dos Estados Unidos e da Europa detectaram pela primeira vez ondas gravitacionais, as oscilações no espaço-tempo previstas por Albert Einstein, ao mesmo tempo em que uma luz vinda do mesmo evento cósmico, de acordo com pesquisas publicadas nesta segunda-feira; as ondas, causadas pela colisão de duas estrelas de nêutrons cerca de 130 milhões de anos atrás, foram captadas primeiramente em agosto nos Observatórios de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (Ligo, na sigla em inglês) dos Estados norte-americanos de Washington e Louisiana e em um terceiro detector chamado Virgo, instalado na Itália

Cientistas dos Estados Unidos e da Europa detectaram pela primeira vez ondas gravitacionais, as oscilações no espaço-tempo previstas por Albert Einstein, ao mesmo tempo em que uma luz vinda do mesmo evento cósmico, de acordo com pesquisas publicadas nesta segunda-feira; as ondas, causadas pela colisão de duas estrelas de nêutrons cerca de 130 milhões de anos atrás, foram captadas primeiramente em agosto nos Observatórios de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (Ligo, na sigla em inglês) dos Estados norte-americanos de Washington e Louisiana e em um terceiro detector chamado Virgo, instalado na Itália
Cientistas dos Estados Unidos e da Europa detectaram pela primeira vez ondas gravitacionais, as oscilações no espaço-tempo previstas por Albert Einstein, ao mesmo tempo em que uma luz vinda do mesmo evento cósmico, de acordo com pesquisas publicadas nesta segunda-feira; as ondas, causadas pela colisão de duas estrelas de nêutrons cerca de 130 milhões de anos atrás, foram captadas primeiramente em agosto nos Observatórios de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (Ligo, na sigla em inglês) dos Estados norte-americanos de Washington e Louisiana e em um terceiro detector chamado Virgo, instalado na Itália (Foto: José Barbacena)


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Reuters - Cientistas dos Estados Unidos e da Europa detectaram pela primeira vez ondas gravitacionais, as oscilações no espaço-tempo previstas por Albert Einstein, ao mesmo tempo em que uma luz vinda do mesmo evento cósmico, de acordo com pesquisas publicadas nesta segunda-feira.

As ondas, causadas pela colisão de duas estrelas de nêutrons cerca de 130 milhões de anos atrás, foram captadas primeiramente em agosto nos Observatórios de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (Ligo, na sigla em inglês) dos Estados norte-americanos de Washington e Louisiana e em um terceiro detector chamado Virgo, instalado na Itália.

Dois segundos mais tarde, observatórios na Terra e no espaço detectaram uma erupção de luz na forma de raios gama vinda da mesma parte do sul do céu, que analistas mostraram ser provavelmente da mesma fonte.

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As observações indicaram que ouro, platina e outros metais pesados foram ejetados no espaço na sequência da fusão das estrelas, confirmando que tais eventos cataclísmicos provavelmente são a fonte destes metais.

Menos de dois anos se passaram desde que cientistas que trabalham no Instituto de Tecnologia de Massachusetts e no Instituto de Tecnologia da Califórnia captaram ondas gravitacionais saindo de dois buracos negros pela primeira vez.

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As ondas gravitacionais haviam sido previstas por Einstein em 1916 como um desdobramento de sua revolucionária Teoria Geral da Relatividade, que descrevia a gravidade como uma distorção no espaço-tempo desencadeada pela presença de matéria.

Os três cientistas dos EUA que fizeram essa descoberta receberam o Prêmio Nobel de Física neste mês.

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Os dados divulgados nesta segunda-feira ajudam a confirmar a teoria de Einstein, disseram os pesquisadores.

“Imagine que as ondas gravitacionais são como um trovão”, disse o astrônomo Philip Cowperthwaite, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, em um comunicado. “Já ouvimos este trovão antes, mas esta é a primeira vez em que também conseguimos ver o raio”.

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Os instrumentos do Ligo trabalham em uníssono e usam lasers para detectar vibrações incrivelmente pequenas nas ondas gravitacionais enquanto elas passam pela Terra.

Ondas de rádio, luz visível, luz infravermelha, raios X e gama encontram interferência ao atravessar o universo, mas as ondas gravitacionais não, o que significa que elas oferecem uma enorme quantidade de informações adicionais.

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