Ciclone Pam devasta ilha de Vanatu e mata dezenas

Uma das maiores tempestades da história no Oceano Pacífico devastou nessa sexta-feira, 13, a ilha de Vanuatu, país insular ao nordeste da Austrália, arrancando os telhados das casas, derrubando árvores; balanço provisório da ONU, ainda não confirmado, cita a possibilidade de 44 mortes, de acordo com a agência AFP. A Reuters cita possíveis "dezenas de mortos" de fontes ainda não oficiais; com ventos que chegaram a 340 km/h, o ciclone Pam isolou Vanuatu, que ficou praticamente sem energia elétrica e comunicação e enfrenta uma crescente possibilidade de registrar fome e sede em decorrência do desastre natural; presidente de Vanatu, Baldwin Lonsdale, pediu ajuda internacional; ele descreveu a situação como uma "calamidade"

Uma das maiores tempestades da história no Oceano Pacífico devastou nessa sexta-feira, 13, a ilha de Vanuatu, país insular ao nordeste da Austrália, arrancando os telhados das casas, derrubando árvores; balanço provisório da ONU, ainda não confirmado, cita a possibilidade de 44 mortes, de acordo com a agência AFP. A Reuters cita possíveis "dezenas de mortos" de fontes ainda não oficiais; com ventos que chegaram a 340 km/h, o ciclone Pam isolou Vanuatu, que ficou praticamente sem energia elétrica e comunicação e enfrenta uma crescente possibilidade de registrar fome e sede em decorrência do desastre natural; presidente de Vanatu, Baldwin Lonsdale, pediu ajuda internacional; ele descreveu a situação como uma "calamidade"
Uma das maiores tempestades da história no Oceano Pacífico devastou nessa sexta-feira, 13, a ilha de Vanuatu, país insular ao nordeste da Austrália, arrancando os telhados das casas, derrubando árvores; balanço provisório da ONU, ainda não confirmado, cita a possibilidade de 44 mortes, de acordo com a agência AFP. A Reuters cita possíveis "dezenas de mortos" de fontes ainda não oficiais; com ventos que chegaram a 340 km/h, o ciclone Pam isolou Vanuatu, que ficou praticamente sem energia elétrica e comunicação e enfrenta uma crescente possibilidade de registrar fome e sede em decorrência do desastre natural; presidente de Vanatu, Baldwin Lonsdale, pediu ajuda internacional; ele descreveu a situação como uma "calamidade" (Foto: Aquiles Lins)


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SYDNEY (Reuters) - Uma das maiores tempestades da história no Oceano Pacífico devastou nessa sexta, 13, a ilha de Vanuatu, país insular ao nordeste da Austrália, arrancando os telhados das casas, derrubando árvores.  

Um balanço provisório da ONU, ainda não confirmado, cita a possibilidade de 44 mortes, de acordo com a agência AFP. A Reuters cita possíveis "dezenas de mortos" de fontes ainda não oficiais. Até o momento se confirmou a morte de seis pessoas em Port-Vila, a capital da ilha e, segundo autoridades locais, 80% das casas ficaram danificadas, segundo a "Rádio New Zealand".

O presidente de Vanuatu, Baldwin Lonsdale, pediu ajuda internacional. O líder estava em Sendai, no Japão, durante uma conferência mundial da ONU para redução de riscos de desastres naturais. Ele descreveu a situação como uma "calamidade".

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"Faço um apelo em nome do governo e da população de Vanuatu à comunicação internacional que estenda a mão em resposta à situação calamitosa que nos atingiu", disse o presidente.

Com ventos que chegaram a 340 quilômetros por hora, o ciclone Pam isolou Vanuatu, que ficou praticamente sem energia elétrica e comunicação e enfrenta uma crescente possibilidade de registrar fome e sede em decorrência do desastre natural.   

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O ciclone cruzou a principal ilha de Vanuatu, onde vivem 65 mil pessoas, além de várias ilhas ao sul, com cerca de 33 mil habitantes.

"Ainda é muito cedo para afirmar com certeza, as primeiras informações indicam que esta catástrofe natural pode ser uma das piores na história do Pacífico", afirmou a diretora executiva do Unicef na Nova Zelândia, Vivien Maidaborn.

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Diversos representantes de ONGs que trabalham no país relataram a situação de desespero no país. Tom Skirrow, diretor da organização Save the children, disse que o cenário na manhã deste sábado era de "devastação completa".

"Casas estão destruídas, árvores caídas, estradas bloqueadas e há pessoas vagando pelas ruas pedindo ajuda. A comunicação está interrompida em quando todo o país, e a abrangência do estrago só deve ser conhecida daqui a alguns dias", afirmou.

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Chloe Morrison, representante da World Vision, disse que cidades inteiras foram destruídas em áreas mais remotas do país. "As ruas estão cheias de telhados, árvores e postes de energia arrancados. O estrago é muito grande na capital, Port Vila, mas é ainda pior nas ilhas menores e mais vulneráveis", contou.

Vanuatu é um complexo insular com cerca de 83 ilhas e 260 mil habitantes. Segundo as autoridades, a prioridade agora é garantir que os moradores tenham abrigo e comida e água suficientes. Representantes da Unicef da Nova Zelândia alertaram para a gravidade do ciclone. "Embora ainda seja cedo para afirmar com certeza, os primeiros relatórios indicam que este desastre seja um dos piores da história da região do Pacífico" disse, em declaração, a diretora executiva da Unicef na Nova Zelândia, Vivien Maidaborn.

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