China renuncia ao petróleo venezuelano em meio às sanções dos EUA, segundo mídia

A maior empresa de energia da China não deverá efetuar compras diretas de petróleo devido às sanções norte-americanas impostas à Venezuela

(Foto: pdvsa)


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Sputnik - A maior empresa de energia da China não deverá efetuar compras diretas de petróleo devido às sanções norte-americanas impostas à Venezuela.

A Corporação Nacional de Petróleo da China (CNPC) cancelou os planos de embarcar aproximadamente cinco milhões de barris de petróleo venezuelano em navios como consequência da última ordem executiva do presidente norte-americano, Donald Trump, informa o portal Bloomberg citando fontes ligadas à situação.

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Esta é a primeira vez em mais de uma década que a PetroChina, subsidiária da CNPC, renuncia o petróleo cru venezuelano.

Em 2019, a China importou 339 mil barris diários de petróleo venezuelano. Grande parte foi transportada pela CNPC e suas filiais.

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No entanto, a renúncia da PetroChina não significa que a China se afastará completamente do petróleo venezuelano. O fornecimento poderá ocorrer através de outras empresas independentes.

O país asiático tem sido um grande defensor do governo venezuelano desde o primeiro empréstimo garantido pelo petróleo do país. A China enviou US$ 50 bilhões na última década em troca de petróleo bruto.

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Pequim se tornou no principal destino do petróleo venezuelano depois que as sanções norte-americanas foram impostas contra a empresa estatal PDVSA.

No dia 5 de agosto, Trump assinou uma ordem executiva autorizando sanções contra qualquer um que apoie o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

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