China rechaça ingerência do Ocidente em Hong Kong
China rechaçeou nesta terça-feira a ingerência de potências ocidentais nos assuntos de Hong Kong e reafirmou seu respaldo ao reforço de medidas adotadas pelas autoridades do território para finalizar a crise imperante ali desde junho.
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Prensa Latina - A China voltou nesta terça-feira a afirmar que o tema Hong Kong é assunto de sua soberania e que não admite ingerência externa.
Geng Shuang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, exigiu que os Estados Unidos deixem de se intrometer em um assunto interno, em resposta a acusações do secretário de Estado, Mike Pompeo, ao governo local.
"A escalada violenta afeta severamente a segurança pública, a lei e a ordem social. É um desafio ao princípio de Um país, dois sistemas e empurra a Hong Kong para uma situação de extremo perigo. Frear a violência e restaurar a ordem é uma tarefa primordial', dimensionou.
Geng enfatizou o apoio irrestrito do governo central à governadora de Hong Kong, Carrie Lam, à polícia e à justiça na implementação de medidas mais fortes para controlar a crise.
Em similares termos, o gabinete da Chancelaria em Hong Kong deplorou um comunicado da União Europeia que chama a polícia a proceder de maneira "estritamente proporcional" na Universidade Politécnica, palco dos piores acontecimentos desde o começo dos protestos em junho passado.
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