China promete apoio à conservação da biodiversidade na Amazônia
O Jardim Botânico do Sul da China, um instituto líder em pesquisa de plantas e ecologia do país, prometeu mais apoio para a proteção da biodiversidade na Floresta Amazônica.
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Diário do Povo - Uma instituição chinesa com longa experiência de 90 anos, o Instituto Jardim Botânico do Sul da China vai ajudar o Brasil na conservação da biodiversidade da Amazônia.
O instituto, que já vem treinando cientistas nos países da Amazônia desde 2008, destacou a cooperação global em seu plano para os próximos 10 anos. O anpuncio foi feito durante evento na última quarta-feira (4) em Guangzhou.
O Jardim Botânico realizará cursos de treinamento a cada dois anos para compartilhar a experiência chinesa com a região amazônica e outros países em desenvolvimento, disse Ren Hai, diretor do jardim botânico.
Os botânicos presentes na cerimônia de quarta-feira disseram que a China, mesmo sendo um país que chegou depois de outros países no campo da botânica, contribuiu muito para a pesquisa global com seus recursos naturais abundantes, investimento crescente na pesquisa científica e uma legião crescente de pesquisadores jovens, assim como seu modelo de cooperação que enfatiza benefício mútuo e reciprocidade.
Yu Yan, vice-diretor do departamento de gerenciamento de projetos e relações exteriores do jardim, observou que seus cursos de treinamento contaram com mais de 100 pesquisadores jovens dos países da Amazônia, da África e do Sudeste Asiático na última década.
O jardim botânico, subordinado a Academia Chinesa de Ciência, se localiza em Guangzhou e é um dos primeiros institutos na China a cooperar com botânicos nos países amazônicos, devido às condições climáticas semelhantes da província no sul do país.
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