China pede que os EUA deixem de punir empresas chinesas

A chancelaria chinesa declara que seu país se opõe "firmemente" à punição de empresas por parte dos Estados Unidos, acrescentando que esta posição já foi manifestada em muitas ocasiões

Bandeiras dos Estados Unidos e da China
Bandeiras dos Estados Unidos e da China (Foto: REUTERS/Aly Song)


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247 - O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, voltou a protestar contra ações punitivas dos Estados Unidos a empresas do país

"Os EUA devem deter sua prática errônea de abusar do poder de Estado e de estender o conceito de segurança nacional para suprimir as empresas estrangeiras", disse Zhao em uma entrevista coletiva em resposta a uma reportagem do Axios de que o Departamento de Segurança Nacional dos EUA emitirá um aviso às empresas americanas, advertindo-as para os riscos de segurança dos dados associados com o uso de equipamentos e serviços de comunicações de empresas relacionadas à China.

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As empresas chinesas sempre procuram a operação legal e cumprem estritamente com as leis e regulações do país anfitrião, disse Zhao.

"Ao politizar as questões comerciais, os EUA estão violando seus princípios tão promovidos de economia de mercado e concorrência justa, assim como as regras do comércio internacional. Prejudicam os interesses das empresas chinesas e não beneficiam os interesses corporativos americanos. Isso afetará gravemente o intercâmbio científico e comercial bilateral e inclusive global e sabotará as cadeias industriais, de oferta e de valor globais", disse o porta-voz.

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Zhao indicou que vários políticos americanos, obstinados em sua mentalidade de Guerra Fria e seu preconceito ideológico, estão empenhados em promover a chamada teoria da ameaça da China, informa a Xinhua.

"Quero sublinhar que a contenção e a supressão não podem impedir que a China se torne mais forte, mas sim só danificará a confiança e a cooperação mútuas e intensificará as fricções", disse Zhao.

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"Se os EUA optarem por continuar o caminho errado, a China tomará medidas resolutas para proteger sua soberania, segurança e interesses de desenvolvimento", acrescentou.

O Sputnik V usa uma tecnologia de adenovírus humano de dois vetores diferentes, Ad26 e Ad5, que são aplicados em duas injeções. Esta solução não contém adenovírus humanos vivos, mas vetores adenovirais, que não se multiplicam e são totalmente seguros para a saúde. Na verdade, a droga se baseia em uma plataforma existente de dois vetores com a qual outras vacinas já foram criadas.

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Os resultados obtidos durante a fase 3 dos ensaios clínicos do Sputnik V mostraram que a eficácia do medicamento russo é de 91,4%.

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