China pede que EUA cancelem venda de armas para Taiwan

Governo chinês considera vendas de armas do para Taiwan como violação de acordos assumidos pelos próprios EUA

Zhao Lijian, porta-voz da Chancelaria chinesa
Zhao Lijian, porta-voz da Chancelaria chinesa (Foto: Diário do Povo)


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247 - O Ministério das Relações Exteriores da China declarou na quarta-feira (6) que se opõe firmemente e condena veementemente a proposta de venda de armas dos EUA para Taiwan no valor de US$ 95 milhões, pedindo aos EUA que suspendam o plano, informa a Xinhua.

"As vendas de armas dos EUA para Taiwan violam seriamente o princípio de Uma Só China e as estipulações dos três comunicados conjuntos China-EUA, especialmente o Comunicado de 17 de agosto, prejudicam gravemente a soberania e os interesses de segurança chineses e minam gravemente as relações China-EUA e a paz e a estabilidade através do Estreito de Taiwan", disse Zhao Lijian, porta-voz da pasta, em uma coletiva de imprensa regular.

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A Agência de Cooperação de Segurança de Defesa do Pentágono anunciou na terça-feira que o Departamento de Estado dos EUA aprovou a venda, que incluiria treinamento, planejamento, colocação em campo, implantação, operação, manutenção e sustentação do Sistema de Defesa Aérea Patriot e equipamentos associados.

"Os EUA devem cumprir o princípio de Uma Só China e as estipulações dos três comunicados conjuntos China-EUA, revogar o plano de venda de armas e interromper a venda de armas e os laços militares com Taiwan", disse Zhao, acrescentando que a China continuará adotando medidas.   

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