China pede diálogo entre Rússia e Ucrânia e o fim da escalada militar
"Pedimos a todas as partes que retornem ao caminho das negociações diplomáticas", disse Wang Wenbin, em coletiva de imprensa
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PEQUIM, TASS – O governo chinês pediu às partes no conflito na Ucrânia que retornem ao caminho das negociações e implementem um acordo político sobre a crise na Ucrânia, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, em uma entrevista regular na segunda-feira.
"Pedimos a todas as partes que retornem ao caminho das negociações diplomáticas e de um acordo político o mais rápido possível. Também sugerimos a realização de uma solução abrangente do problema da Ucrânia por meio de negociações e consultas", disse ele.
Ele também observou que a China está monitorando a situação na Ucrânia e tomou nota da decisão do presidente russo, Vladimir Putin, de colocar as forças de dissuasão russas em alerta especial.
"Pedimos a todas as partes envolvidas que demonstrem calma e contenção e evitem uma maior escalada", enfatizou.
Em 27 de fevereiro, o presidente russo Vladimir Putin respondeu à retórica agressiva do Ocidente ordenando que as forças de dissuasão do exército russo mudassem para um modo de serviço especial de combate. Ele deu essa ordem em uma reunião com o ministro da Defesa Sergey Shoigu e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, o primeiro vice-ministro da Defesa Valery Gerasimov. A reunião teve como pano de fundo a operação militar especial da Rússia na Ucrânia. Moscou o lançou em resposta a um pedido de ajuda dos líderes das repúblicas do Donbass.
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