China nomeia único meio para resolver a crise na península da Coreia

As tensões na península da Coreia não podem ser reduzidas através de ações militares, afirmou o embaixador da China na Rússia, Li Hui; tanto Moscou quanto Pequim consideram que no passado ou no futuro "este problema não tem uma solução militar", sendo que esse caminho "só agravaria a situação e provocaria graves consequências", opina o chefe da missão diplomática chinesa na Rússia; segundo ele, para resolver a crise coreana, primeiramente, é vital livrar cada parte de seus "receios justificados ligados à segurança"


As tensões na península da Coreia não podem ser reduzidas através de ações militares, afirmou o embaixador da China na Rússia, Li Hui; tanto Moscou quanto Pequim consideram que no passado ou no futuro "este problema não tem uma solução militar", sendo que esse caminho "só agravaria a situação e provocaria graves consequências", opina o chefe da missão diplomática chinesa na Rússia; segundo ele, para resolver a crise coreana, primeiramente, é vital livrar cada parte de seus "receios justificados ligados à segurança"
As tensões na península da Coreia não podem ser reduzidas através de ações militares, afirmou o embaixador da China na Rússia, Li Hui; tanto Moscou quanto Pequim consideram que no passado ou no futuro "este problema não tem uma solução militar", sendo que esse caminho "só agravaria a situação e provocaria graves consequências", opina o chefe da missão diplomática chinesa na Rússia; segundo ele, para resolver a crise coreana, primeiramente, é vital livrar cada parte de seus "receios justificados ligados à segurança" (Foto: Leonardo Lucena)


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Agência Sputnik - As tensões na península da Coreia não podem ser reduzidas através de ações militares, afirmou o embaixador da China na Rússia, Li Hui.

Tanto Moscou quanto Pequim consideram que no passado ou no futuro "este problema não tem uma solução militar", sendo que esse caminho "só agravaria a situação e provocaria graves consequências", opina o chefe da missão diplomática chinesa na Rússia.

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Em sua opinião, para resolver a crise coreana, primeiramente, é vital livrar cada parte de seus "receios justificados ligados à segurança".

"A raiz do problema da península Coreana consiste na ausência de confiança mútua, e cada uma das partes deve contribuir para o crescimento do crédito recíproco", destacou. 

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Ao mesmo tempo, ele sublinhou que a solução para a crise coreana deve incluir "simultaneamente o tratamento tanto de razões, como de sintomas da doença".

"Não é permitido usar força bruta, e não se pode atuar unilateralmente; cada parte deve ter paciência. EUA e Coreia do Sul devem demonstrar a vontade sincera de ajudar um ao outro. Resolver o problema nuclear da península da Coreia é possível só se [as partes] se orientarem em direção às outras", declarou.

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Anteriormente, a Rússia e a China propuseram à Coreia do Norte a introduzir uma moratória para os testes nucleares e de mísseis, e se abster de treinamentos nucleares na região para estabilizar a situação na península da Coreia. No entanto, Washington preferiu não prestar atenção nessa iniciativa.

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