China nega interesse em eleições dos Estados Unidos e em guerra comercial

A China negou nesta terça-feira (9) ter interesse nas eleições intermediárias dos Estados Unidos, os assuntos internos desse país e menos ainda em manter uma guerra comercial, porque não beneficiará nenhuma das partes

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247, com Prensa Latina - A China negou nesta terça-feira (9) ter interesse nas eleições intermediárias dos Estados Unidos, os assuntos internos desse país e menos ainda em manter uma guerra comercial, porque não beneficiará nenhuma das partes.

Lu Kang, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, reafirmou perante jornalistas que o governo baseia sua política no princípio de não interferência em questões internas e portanto as recentes acusações de Washington não têm sentido.

Também negou as acusações contra Pequim de pretender se vingar dos EUA pelo constante aumento de impostos sobre suas importações.

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'Os fatos falam, os Estados Unidos começaram um conflito comercial e a China foi obrigada a tomar contramedidas. Repetimos em múltiplas ocasiões que nesta guerra não haverá vencedores', enfatizou.

Nesse ponto, Lu rebateu e qualificou como irresponsáveis as declarações do Departamento estadunidense do Tesouro com respeito à depreciação do yuan – a moeda nacional – como ferramenta de ataque na disputa.

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A cotação do yuan caiu nesta terça-feira a seu nível mais baixo do ano frente ao dólar estadunidense, sendo a taxa de paridade de 6,9019 por cada dólar.

No entanto, o Banco Central afirmou há vários meses que a China não recorrerá à desvalorização competitiva do yuan como resposta alternativa à guerra comercial entre a primeira e segunda potências do planeta.

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Segundo indicou, o país tem a capacidade, experiência e ferramentas necessárias para manter a cotação em um nível razoável.

Além dos danos no âmbito bilateral, a disputa comercial Washington-Pequim prejudica a economia global com uma queda na previsão de crescimento.

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